Ela sabia o que queria!

Ele era um cara alto. Estava sempre de barba, com um olhar misterioso e um sorrisinho safado. No meu trabalho de vez em quando, eu o atendia como todos os outros simpática, mas por dentro queria mesmo era tirar aquela camisa, e ouvir gemidos e sussurros da boca dele.

Certo dia eu estava limpando algumas prateleiras empoeiradas e como algumas eram altas, precisei subir em um banquinho. Tirei os livros e coloquei embaixo do braço. Estava distraída, limpando e ouvindo a música que tocava, um jazz, desses bem lentos, mais alegres, eu mexia minha cintura conforme o ritmo da música, adoro aquele ritmo!

De repente, sinto uma mão na minha cintura.

– “Oi! Não pude deixar de te notar dançando.”

Aquele jeito dele, de aparecer e sumir discretamente, sempre sério e educado ao mesmo tempo, me fazia delirar. Achei estranho o fato dele ter segurado minha cintura, afinal não tínhamos nenhuma intimidade. Gostei, e já queria sentir ele pegando mais forte.

– “Olá! Você me assustou. “

Ele se ofereceu para me ajudar com os livros e eu aceitei.

– “E então, você já tem planos para amanhã? Quero tomar um vinho em sua companhia.”
– “Adoraria.”
– “Ok. Então nos encontramos às 20:00 no Café Bistrô.”

Sai do trabalho e fui direto pra casa, tomei um banho rápido, passei meu hidratante, soltei os cabelos e coloquei uma calcinha preta de renda transparente, porém discreta. Eu já sabia o que queria.

Conversamos muito, bebemos algumas taças de vinho, ele já não tinha aquele ar tão sério. Sabia conversar, era muito inteligente e isso me deixava com ainda mais tesão.

Já era tarde. Ele se sentou do meu lado, e disse:

– “Sabe Stefany, eu sempre te observava ali. Simpática, alegre e queria te conhecer um pouco melhor.”

Ele colocou minha franja atrás da orelha, observou minhas mãos, às segurou, se aproximou da minha boca e beijou, suavemente.

Ele sabia como tratar uma mulher. Agradeci o elogio. Cheguei perto do seu pescoço e senti o cheiro dele delicadamente, me aproximei do seu ouvido e falei baixinho de um modo bem sutil:

– “Vamos sair daqui, quero você!”

Quando cheguei em casa, abri a porta e o convidei para entrar. Deixei a luz apagada. Segurei na sua mão, e o levei até a poltrona da sala. Pedi para que ele se sentasse. Ele o faz, calado.

– “ Posso me sentar no seu colo?” – Perguntei com uma voz de safada.
– 
“Claro” – Respondeu ele prontamente.

Ele ficou olhando pra mim, ainda sério. Beijei primeiro sua nuca, subi até a orelha, lentamente, sem pressa. Segurei seu rosto, e trouxe até minha boca. Beijei-o, lentamente. Eu ouvia claramente sua respiração, que já estava ofegante. Ele estava morrendo de tesão (e eu também).

Tirei a camisa dele, desabotoando lentamente e olhando-o fixamente nos olhos. Levantei e pedi pra que tirasse a calça. Ajoelhei, ficando no meio de suas pernas abertas. Beijei suas coxas suavemente, fazendo com que ele sentisse minha respiração. Subi até a altura do seu pau, que já estava todo molhado.

Segurei na base, com vontade. Olhei pra ele e passei minha língua de leve. Em seguida tirei da gaveta do lado, um óleo, ele me encarou com um olhar curioso. Eu nunca havia usado aquele óleo, apesar de ele já estar à um tempo na gaveta, então também estava curiosa pra experimentar.

Coloquei algumas gotas na cabecinha e espalhei com as mãos, ansiosa pra provar. O sabor era de morango. Senti minha língua quente (que delícia!). Eu estava tão excitada, com tanta vontade que já estava toda molhada, chegava a ser visível.

Segurei o pau dele com uma mão, chupando-o enquanto o masturbava ao mesmo tempo. Com a outra mão, me tocava. Quanto mais ele gemia mais gostoso ficava. Chupei ele todinho, da cabeça até a base. Depois fui aumentando o ritmo, quando ouvi ele dizer:

– “Vou gozar!”

E aproveitei para gozar junto, gemendo, e me deliciando com a cena.

O sorriso estampado em seu rosto deixava claro que ele estava em êxtase. E eu me encontrava na mesma situação. Passamos o restante daquela noite juntos, entre conversas e sacanagens.

Quando o dia raiou, ele voltou para sua casa pois precisava se arrumar para o trabalho.

Minha Cliente Loira na Farmácia

Meu nome é Carlos Alberto e na época eu tinha 20 anos tralhava em uma farmácia, a cliente muito linda me chamou a atenção. Loira, alta, seios e bunda proporcionalmente instigantes. Aparentava ter uns 28 anos, eu achava ela linda, comecei a dar uma atenção extra pra ela, sempre tratando ela muito bem, e dando aquela caprichada no atendimento!

Ela sempre me elogiando que eu atendia muito bem. Certo dia, ela veio com uma amiga, e as duas vieram tomar injeção anticoncepcional, ela quando me viu, me cumprimentou, eu disse boa tarde e perguntei : “Tudo bem com a senhora?” Ela sorriu e me disse: “para de me chamar de senhora, fico me sentindo velha!”. Eu disse: “desculpa, é que não sei seu nome. “Meu nome é Fernanda”, ela disse, então eu disse que me lembraria da próxima vez! Em seguida a amiga dela deu uma cotoveladinha no braço dela e logo ela se ligou e me apresentou a amiga. “Essa é minha amiga, Flaviana”. Eu a cumprimentei também. Flaviana perguntou: “Então esse que é o Carlos
Alberto ?” E a Fernanda respondeu: “Eu chamo ele de albertinho, porque ele já é meu amigo!” Eu sorri meio sem graça e perguntei o que elas iam precisar . Elas responderam hoje nada, só passei pra te ver mais já “Estamos indo, depois eu venho tomar o anticoncepcional, Flaviana também vai querer, tchau. Ai, passado 2 dias, Fernanda liga, e pergunta se eu poderia ir na casa dela fazer injeção anticoncepcional, eu disse que sim então ela me passou o endereço dela e me passou o horário que eu poderia ir, mais pediu pra eu ir depois do meu expediente de trabalho achei até meio estranho! meu horário de trabalho terminou as 22h, troquei de roupa e fui até o endereço, que era bem perto, então fui andando! Cheguei, toquei a campainha, e ela atendeu a porta, estava de camisola, aquelas de ceda, bem curtinha e sexy. Meu pau deu sinal de vida na hora.. Entrei meio com receio e ela perguntou se queria fazer a injeção aquela hora, eu disse você que sabe, a hora que quiser tomar. Ela apenas sorriu e disse, pra mim sentar pra gente conversar, foi lá dentro me ofereceu uma bebida ! claro que aceitei, né, então ela foi buscar e tomamos cada um uma taça. Já tinha percebido o que ela queria, me perguntou se eu queria assistir um filme com ela, de imediato eu aceitei,

Nesse meio tempo, ouvi a campainha de novo e achei estranho, achei que ela tivesse pedido algo pra comer, Mas pra minha surpresa quem chega era sua amiga Flaviana. Nos cumprimentamos de novo e eu me sentei no sofá, que era bem grande e confortável. Perguntei qual filme elas tinham em mente e elas disseram que iriam procurar. Começaram a passar os canais em busca de algum filme e de risinhos uma pra outra, e no meio desse monte de canais, passou por um erótico, logo Fernanda e flaviana

abriram o jogo e começaram a me alisar. Disseram que já tinha algum tempo que não saiam com ninguém e que estavam pensando em me convidar pra vir a casa dela a alguns dias! E dali, começamos a nos pegar. Flaviana já me deu um beijo e Fernanda veio do outro lado beijando meu pescoço. Flaviana já desceu a mão e pegou no meu pau por fora da calça enquanto que a Fernanda tirou minha camisa e começou a me beijar! Flaviana já foi tirando a roupa tbm e ficou só de calcinha e Fernanda tirou a camisola e não vestia nada por baixo. Fernanda puxou minha calça e me deixou só de cueca, alisando meu pau por cima da cueca, eu já tava duro igual concreto e comecei a passar as mãos nas duas ao mesmo tempo e beijar uma de cada vez. Fernanda colocou meu pau pra fora e começou a chupar, enquanto eu chupava os peitos da flaviana , depois de alguns minutos elas trocaram de posição e flaviana começou a me chupar enquanto eu chupava fernanda. Flaviana já tava se masturbando e gemendo baixinho e tirou a calcinha pra se masturbar tbm, as duas levantaram, ficaram na minha frente e começaram a se pegar! Se beijando e masturbando uma a outra e isso me deu um puta tesão então levantei pra entrar na brincadeira, mas elas me jogaram no sofá de novo e disseram que era pra eu ficar só assistindo. Pegaram uma cadeira, Fernanda sentou e flaviana começou a chupar a boceta dela enquanto estimulava o seios dela com uma mão e o clitóris com a outra, ao mesmo tempo que a chupava, depois de um tempo daquilo, Fernanda deu um gemido forte e gozou na lingua da flaviana, que veio até mim e me deu um beijo. Deu pra sentir o gosto maravilhoso da boceta da Fernanda , então a flaviana disse que pelo fato de eu ter sido “bonzinho” por só ter assistido, agora eu podia participar da brincadeira. Me puxou e me beijou de novo, Fernanda deitou no chão e me puxou pro meio das pernas dela apontando meu pau na entrada da boceta dela, entrou facil, pq ela já tava melada demais, apesar de ter uma boceta tão apertadinha e gostosa.

Então, comecei a beijá-la com vontade, flaviana, com uma bucetinha linda e rosada, com poucos pêlos Ela ficou em pé na minha frente e puxou minha cabeça até a bucetinha dela, que eu chupei muito , em seguida elas me jogaram no chão e subiram em cima de mim, uma começou a cavalgar e a outra sentou na minha cara, e as duas começaram a se beijar enquanto faziam os movimentos de vai e vem. Eu já tava quase explodindo e elas estavam gemendo muito, então falei vou gozar e ela disse: “Goza dentro da minha bocetinha”. Gozei na bucetinha da Fernanda , e flaviana gozou na minha boca, depois de gozar, meu pau n fica mole, continua duro, então só leva uns 10 segundos pra eu começar a meter de novo e mandei as duas ficarem de 4 no sofá, uma do lado da outra! E comecei a comer elas de novo. Enfiava meu pau com força bem fundo em uma, enquanto dedava a outra. Troquei de uma pra outra duas vezes. Fernanda gemia mais que a flaviana, Fernanda disse “Gostoso, quero que vc invada meu cuzinho!” Quando ela disse isso, alguma coisa dentro de mim despertou e comecei a socar muito forte na boceta da flaviana e ela gozou meu pau todo, virou, me deu outro beijo e disse que n curtia anal, mas que deixaria eu e fernanda nos divertirmos. Fernanda disse pra ela: “Amiga, n sabe o que tá perdendo!”. Flaviana disse que talvez tentasse outro dia, mas que por hora, já estava satisfeita, então entrou no banheiro. Eu lambi o cuzinho da Fernanda e deixei ele lubrificado sem perder tempo, enfiei o pau com força já de primeira. Na mesma hora ela deu um grito e as pernas dela tremeram, ela caiu de cara no sofá, mas eu não parei, comecei a socar fundo no cu dela. Ela começou a gemer alto e eu segurei ela pela nuca e pressionei a bochecha dela no sofá enquanto socava nela de 4 e com as pernas bambas, depois puxei o cabelo dela, e dei um tapa na cara dela, de leve, só pq comecei a me empolgar demais, ela gemeu e disse: “Mais forte!” Então dei outro tapa, só que dessa vez mais forte que o anterior. “Isso!”. Agarrei o queixo dela e falei: “Tu gosta né, putinha?”. Ela ficou louca e começou a empurrar o cu contra o meu pau, que começou a entrar mais fundo ainda. Eu dei vários tapas na bunda dela e comecei a socar mais rápido, então ela começou a gemer muito e depois de um tempo disse que iria gozar, e na mesma hora eu tbm fiquei com vontade de gozar. Ela gozou mais do que tinha gozado antes e eu tbm gozei tudo no cuzinho dela e nós dois caímos no sofa cansados. E foi isso, peguei as injeções preparei e apliquei na Fernanda, flaviana ficou pro dia seguinte peguei minhas coisas, tomei um outro banho e as duas me levaram até a porta, cada uma me deu um beijo e eu fui embora,

Alguns dias se passaram e fui convidado novamente por Fernanda , só que dessa vez era para passar um fim de semana no sitio dela .

A Safada contou tudo pra sua irmã e rolou umas loucuras realizei várias fantasias de Fernanda e flaviana e da sua irmã jessica .

Minha fantasia é vê meu amigo fudendo minha namorada

A uns meses atrás teve uma festa que nós foi, e cada um levou uma menina, aí nós veio embora, isso era 3:30 da manhã, fiquei sem poder entrar em casa, aí tive que dormir na casa dele, na mesma cama, que ele e a boy dele,

Ele falou que tava fudendo a boy dele do nosso lado e metendo a mão na buceta da minha boy, perguntei a ele se a boy dele tava vendo, ele falou que não, ai ele começou a falar que a minha boy tinha uma buceta bem gorda,

Bem grande, metia a mão com vontade. aí quando foi no outro dia ele falou isso pra mim, fiquei louco de tesão, cheguei em casa excitado e bati uma punheta pensando nisso…

Antes disso eu namorava com uma garota, aí teve um fim de semana, que marquei pra dormir na casa dela, ia levar esse amigo pra dormir lá também, aí ela marcou com uma amiga pra dormir lá também, colocamos o colchão no chão, dois colchão e deitamos, aí minha namorada saí do banheiro, com um baby dollzinho bem pequeno e enfiado, e passou por cima dele, eu fiquei só olhando pra ver se ele via,

Aí teve uma vez que nós tava trocando uma ideia pelo WhatsApp e perguntei a ele se ele tinha olhado pra ela naquele dia, ele falou que não, aí eu falei que era pra ter olhado pow,

Aí disse a ele que ela tinha me perguntado se ele tinha olhado, aí eu falei que sim, ela ficou toda excitada com isso, aí toda vez que eu levava ele lá na casa dela, ela dava um abraço nele, desses bem provocante…

Comi a sogra do meu amigo

Tudo começou quando fui jantar na casa de um amigo, o dia que comi a sogra dele.
Era o jantar de aniversário dele, jantamos e depois todos os convidados começaram a dançar.

Eu estava de olho na cunhada dele, uma morena muito gostosa, mas quando eu conheci a sogra dele fiquei impressionado.

Morena, 45 anos, 1.55 mts, bunda grande, cintura fina, peitos médios siliconado,coxas malhadas.
Sinceramente deixava as duas filhas no chinelo e olha que as duas são bem gostosas.

Perguntei para meu amigo sobre a sua sogra e ele me falou que ela estava separada.
Fiquei meio sem jeito de chamar ela para dançar e fiquei no meu canto olhando para ela, quando vi a troca de olhares entre nós era evidente.

Fui lá e tirei ela para dançar, tocava um pagode e então aproximei ela bem perto do meu corpo.
Pensa em uma mulher cheirosa, tomei coragem e disse para ela que achava ela linda e se ela aceitava sair no final de semana para tomar um chopp comigo.

A resposta dela foi de uma mulher decidida, ” porque esperar o final se semana se podemos tomar hoje” e ela complementou ” tenho chopp na minha casa”.

Meu pau endureceu na hora, convidei ela para ir embora e ela disse que só ia avisar as filhas que estava indo.
Entramos no meu carro é logo minha mão ja correu para as suas coxas.

Ela estava com uma calça bem apertada, dava para sentir como suas pernas eram malhadas,
Na sequência minha mão ja estava em sua buceta e a mão dela percorria meu corpo até ela pegar o meu pau por cima da calça.

Nesse momento ela tirou meu pau para fora e começou a bater uma punheta, peguei ela pelos cabelos e abaixei ela até meu pau.

Ela começou a sugar ele de uma forma que eu nunca tinha sentido na minha vida.
Ela pediu para que eu desse leitinho em sua boca.
Ela começou a aumentar o ritmo do boquete e então eu gozei em sua boca.

Ela levantou e abriu a boca e colocou a língua para fora para me mostrar toda a porra na boca dela, deu um sorriso safado e engoliu tudinho, me mostrando a boca aberta para que eu visse que não tinha sobrado nenhuma gota de porra em sua boca.

O dia em que comi a sogra do meu amigo e rolou de tudo

Cheguei em sua casa, e ela disse que ia em seu quarto e já voltava, me sentei no sofá da casa dela e esperei por ela, só ouvi ela me chamar ” gatinho olha aqui” me virei e ela estava vestida com uma roupinha de enfermeira, sua calcinha branca contrastava com sua pele bronzeada.
Seu corpo era ainda mais lindo do que eu imaginava.

Fui até seu encontro e a beijei muito. Levei ela até sua cama e chupei cada parte do seu corpo, sua buceta depilada e muito cheirosa, eu chupava ela e seu cu em um ritmo que fiz ela gozar algumas vezes com minha língua.

Ela realmente era uma mulher muito decidida, falou “não quero que coma minha buceta, você já me fez gozar. Quero que você coma meu cuzinho, nunca gozei dando o cuzinho.”

Coloquei ela de ladinho e desci até sua bunda, dei vários beijos nela e passei passava minha língua na porta do seu cu.
Ela gemia muito, coloquei meu polegar para deu alargada antes de enfiar meu pau.

Não me gabando, mas eu sei comer um cu como ninguém( todas as mulheres com quem tive um relacionamento na vida aprenderam a dar o cu comigo e ficaram viciadas na prática)
Seu cuzinho piscava no meu polegar.

Coloquei pau que não é tao grande (18cm )mas é muito grosso.( grosso de verdade)
Coloquei a cabeça do meu pau bem na portinha do cu dela e falei no seu ouvido( vem vindo bem devagar, você quem controla como é quando ele entra)

Ela veio vindo e meu pau já pressionava o seu cu, quando finalmente a cabeça entrou, ela gemeu e respirou fundo.”

Voltei a dizer para ela “você quem comanda, vai rebolando bem devagar e aos poucos aumenta o ritmo”

E ela começou bem devagarinho, mas logo ela já começou a rebolar como se o pau tivesse na buceta.

Ela começou a falar para que eu colocasse bem fundo o meu pau, que ela queria sentir tudinho.

Ai disse para ela, quer sentir tudinho ” fica de quatro ”
Na hora ela virou, pensa em uma vista maravilhosa que era aquela bunda empinada na minha frente.

Dessa vez não tive muito cuidado, enfiei meu pau sem dó, ela gemeu e gritou bem alto.
E como gritava e gemia ” come meu cu filho da puta, arromba meu cu faz eu gozar”

Fui colocando e socando cada vez mais fundo até que gozamos os dois juntos e enchi o rabo dela de porra.

Hoje transamos quase todos os dias, viramos namorados e estamos felizes.
E claro que ela ficou viciada em sexo anal.

Comi minha vizinha novinha

Comi a minha vizinha novinha comprometida

Olha eu aqui de novo! Me chamo Anderson, hoje tenho 25 anos, sou moreno, magro, 1,70 de altura, 60 kg, não sou nenhum galã, mas tenho uma pegada muito firme e uma conversa boa! é o quarto conto que escrevo (tenho vários, caso gostem) peço desculpas qualquer coisa…

Isso faz uns 7 anos já… desde pequeno eu tinha uma vizinha chamada juliana, uma loirinha magrinha, olhos verdes, cabelo lisinho, peitos e bunda pequena… dava pra ver as veias dos peitinhos dela rsrs coisa mais linda. Quando era adolescente era louco por ela. Eu conhecia os irmãos dela, a gente jogava bola na rua direto. Mas eu nem conseguia fala que gostava dela e tal apesar de todo mundo perceber…

O tempo passou eu já estava terminando o ensino médio… como ainda erámos vizinhos eu a levava de moto pra escola (fazia pouco tempo). Ela já namorava um carinha que eu não gostava, então nem tentava nada. Só que um dia vi o namorado dela dando papo pra outras gurias na frente da escola, eu nada burro falei tudo pra ela e mostrei as gurias.

Ela ficou muito puta e eu claro me ofereci pra dar o troco, no começo ela ficou meio com o pé atrás, mas depois de um tempo ela aparece lá em casa em um domingo a tarde e tocou nesse assunto novamente, mas como meus pais estavam em casa nada aconteceu. Como segunda ia leva ela de novo, eu fiquei todo animado mal via a hora…

Chegou segunda feira e ela estava mais gata que o normal (o que era difícil). Levei ela normalmente, só que já dava pra ver a cara de puta com o namorado, os dois brigaram feio, chegou o final da aula eu montei na moto, ela também e logo em seguida ela sentou passando a mão por baixo da minha camiseta, com uma leve arranhada… meu caralho ficou duro na hora, tinha uns 18 pra 19 anos não nega bala não.

Segui o trajeto normal, chegando na esquina de casa ela pede pra mim para lá que ela queria “conversar” comigo, e eu nada besta fingi que estava muito encima e parei na próxima esquina que era mais escura. Ela já percebeu logo, desceu da moto e foi falando:

Ela: eu não ia fazer isso, mas aquele trouxa vai me pagar.

No mesmo instante ela chegou pertinho de mim (eu estava escorado na moto de frente pra ela) e me deu um beijo, sem pensa duas vezes eu já puxei ela pra mais perto e segurei firme a cinturinha dela e beijava com vontade aquela boquinha rosadinha.

Comecei solta as mãos da cinturinha dela e pega na bundinha dela com as duas mãos… eu apertava firme, com sede, e ela só se entregava. apertava os peitinhos dela e ela só deixava rola… não me segurei e fui metendo a mão por baixo da blusa dela apertando aqueles biquinhos duros, ela tinha uns 18 anos e era uma delícia (ainda é).

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Minha mulher é uma putinha

Meu nome é Ricardo, tenho 20 anos, 1,65, cabelo liso, barba e um bigodinho fininho haha,sou casado com a Christina que tem 18 anos, 1,45, cabelo aloirados cacheados, peitos médios e uma bunda enorme,além de uma sede de pica, vou contar uma história que aconteceu conosco.

Parecia ser um sábado qualquer, Christina tinha uma consulta no dentista e como seu celular ficou ruim pegou o meu emprestado para não ficar incomunicável na rua,para não ficar sozinho em casa resolvi chamar um amigo para jogar PES 2019 comigo e ele veio, Matias é um homem de 1,90, moreno e de porte físico magro.

Passamos a tarde jogando e falando besteira sobre futebol sexo e mulheres, quando de repente surge o assunto de ménage,contei a ele que consegui convencer a Christina a fazer e que o fato dela ser bi contribuía muito.

Matias disse que a sua namorada propôs um ménage a ele quando estava bêbada no motel e quando ele sugeriu uma amiga dela que é muito gostosa ela desistiu dizendo que não iria conseguir vê-lo com outra mulher.

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Conto erótico: Sobre aquela vontade de…

Hoje acordei com vontade de tapa na cara, puxão de cabelo e mordida na coxa. Querendo no fim do dia ou da noite me sentir dolorida. E, por favor, não me olhe assim!

Não quero nada leve, quero mordida na boca. Eu quero beijo nos lábios da minha buceta! Lambidas e mordidas, sugue e morda devagar. E não se esqueça, tem um pontinho lá dentro pra você por o dedo. E tem outro para, em movimentos leves e sincronizados, me estimular: meu clitóris! Não se esqueça dele!

Lambe. Mais um pouco. Na verdade fique aí um bom tempo. Depois suba um pouco, sem desviar os teus olhos dos meus e sugue meus seios. Eu sei que eles não são firmes e lindos. Muito menos siliconados. Mas são deliciosos! E sempre me diga isso!

Hoje quero ser chamada de puta. Gostosa. De cachorra. Me diga isso sem pudores e me chupa mais. Não tenha nojo.
Pode me beijar na boca agora e não tire seus dedos de dentro de mim. Gosto de sentir meu gosto. Me excita saber que você esteve me provando.

Hoje eu acordei gulosa. Preciso gozar, com dedos, lábios e língua.

Me coloque de quatro e meta sem dó. Me faz gritar, gemer e pedir mais. Mais. E mais.

Não para.

Puxe meus cabelos, com força! Pare um pouco. E me deixe louca de vontade de mais você em mim.

Dê-me lambidas em minha bunda. Estou louca de desejo e vontade de te sentir lá, no meu lugar proibido. Coloque um dedo. Me chupe de novo. Agora mais dedos.

Quero gozar. Já estou quase lá!

Quero sentir você dentro de mim de novo.

Eu quero falar, mas quero te deixar achar que quem manda é você. E você só me dá quando quiser.

Você chupa.

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Faminta de porra

Estavam no apartamento dela aquela noite.

Ela era loira, os olhos verdes. e um lindo corpo. Ela não era magra, era cheinha, de formas redondinhas, mas não era gorda. Era gostosa, isso sim, muito gostosa… Que sorte que ela olhou para ele, correspondeu à paquera, aceitou os convites. Ele não era um cara feio, mas aquela loira era obra dos deuses.

Depois de um bom jantar (ela cozinha bem!), os dois se sentaram no sofá, um do lado do outro, e começaram a conversar. Ele não queria muito papo, queria a loira de sobremesa, e ela também não parecia a fim de conversar, fumando um cigarro.

Mas antes dele tentar fazer qualquer coisa, ela sorrindo pra ele começou a abrir o zíper da sua calça. Ele não esperava por isso, assim, no seco, sem um beijinho? Não que ele fizesse muita questão, mas sabia que mulheres gostam de preliminares. Bom, aquela não gostava.

Assim tão rápido, ele nem duro estava. Mas ela não se incomodou, e lentamente começou a massageá-lo com a mão. Ele se sentia cada vez mais excitado, e tentou tocá-la, mas ela sempre olhando pra ele, fez que não com a cabeça.

Ao ver o pau dele duro, abaixou-se e começou lentamente a passar a língua na cabecinha, sem pressa, percorrendo suas curvas, sentindo seu gosto. Ele fechou os olhos e se entregou, batendo uma enquanto ela brincava com a língua.

Dentro do ônibus

Era uma longa viagem. Todo mundo vai do interior pra cidade grande, mas poucos fazem o caminho de volta. O ônibus era de dois andares, mas ia vazio, com somente dois viajantes no andar de cima e o motorista, no andar de baixo.

Ela se sentou na janela, pois gostava de olhar a estrada, as cidades, os carros. Porém naquela madrugada escura, dava para enxergar pouca coisa. Estava calor e ela estava sem sono. Ela era uma linda morena, alta, de corpo cheio, cabelos longos, com uma franjinha que a fazia parecer mais menina. Mas quando se olhava para o corpo, para os seios fartos, as coxas grossas, percebia-se que era uma mulher.

De repente, o outro passageiro sai do fundo do ônibus e senta do lado dela. Como assim? Com tanto lugar pra sentar essa criatura vem sentar exatamente do meu lado? Mas antes de abrir a boca para reclamar, olhou para o companheiro de viagem: ele era moreno, bronzeado, um rosto bonito e sério, camiseta branca e calça cinza, de moletom.

Enquanto ela se perguntava sobre o que aquele estranho poderia querer sentando-se ao lado dela, ele lentamente começou a se acariciar, passando a mão por cima da calça de moleton, fazendo seu pau endurecer a cada movimento. Ela ficou surpreendida, mas não assustada. Porém não sabia se devia ficar quieta, se devia se levantar e reclamar para o motorista, ou…? Olhou para o rosto dele. Ele continuava sério, de olhos meio fechados, respirando mais profundamente. O tarado estava mesmo com tesão, pensou ela, e que merda, eu também.

Enquanto ele se acariciava, com o membro ainda dentro da calça, ela estava imóvel, mas quase sem sentir começou a se contorcer no banco. Ela podia ver o pênis duro apontando por debaixo da calça, o movimento de vai e vem da mão dele, sua respiração cada vez mais forte, e queria brincar também, mas não sabia como. De repente, ainda sem olhar para ela, ele segurou a mão dela e a fez acariciá-lo também. Era maior do que ela pensava, duro, inchado e latejava.

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Quando dei para meu professor da faculdade

Era mais uma terça-feira de aula na minha faculdade de psicologia. Eu, Daniele, após quatro meses, já estava bem habituada ao ambiente, tinha alguns amigos, vários colegas e até batia papo com os professores. Um deles me chamava bastante a atenção, seu nome era Robson, um moreno alto que dava aula de Introdução à Psicologia.

Robson tinha 32 anos e eu somente 18, mas não ligava para isso. Lembro que a cada aula dele não conseguia tirar os olhos de seu corpo. Simplesmente, o homem me seduzia. Por causa disso, acabava tendo um pouco de dificuldade para me concentrar nas aulas. Por incrível que pareça, a matéria dele era a única que estava indo mal.

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