Primeira experiência lésbica

Já havia tido fantasias – secretas, e nunca contadas a ninguém – com mulheres. Essas fantasias são muito mais frequentes quando eu me masturbo. Deito-me na cama com as pernas abertas, e começo a tocar no meu grelinho. Com a outra mão acaricio o meu seio, e viajo nas minhas imaginações secretas. Começo a imaginar que uma mulher está ali na minha frente, chupando todo o meu clitóris, e meu gozo é fácil e intenso. Também já cultivei a fantasia de estar numa piscina, num dia de sol, com várias mulheres. E que de repente todas começavam a colocar-se em top-less, e depois umas começavam a beijar às outras e a chupá-las.

Nunca havia pensado em realizar tais fantasias. Achava que uma experiência lésbica seria algo íntimo, só meu, apenas no imaginário, utilizado para quando quisesse dar uma boa gozada.

Já fui cantada por algumas mulheres, mas nenhuma delas me agradava. Uma era demasiado gorda, e a outra era demasiado masculina. Descobri que, apesar de não ser muito exigente em relação aos homens com quem dormia, com as mulheres acontecia completamente ao contrário: ela devia ser bela e sedutora.

Frequentei algumas casas gls, com um amigo gay. Ele ficou beijando na boca de um homem lindo e musculado que encontrou por lá, e eu fiquei sozinha no meu canto. Também me excito ao ver um homem beijando outro, apesar de não utilizar esse pensamento para ficar excitada enquanto me masturbo.

Conheci algumas mulheres, também nada interessantes. Uma tinha idade para ser minha mãe, e minha mente bloqueou. Foi então que conheci a Priscila, mais ou menos jeitosinha, um pouquinho machão demais para o meu gosto, mas mesmo assim era mais feminina do que aquelas que eu tinha encontrado por lá. Ela quis saber o motivo de eu querer uma mulher mais feminina, já que eu já era assim. Eu respondi: “Não me leve a mal, por favor. Mas se for para sair com uma mulher fantasiada de homem, prefiro estar com um homem de verdade.” Contei que tinha fantasias com outras mulheres, mas que não sabia se já estaria preparada. Trocamos números de telefone, e um dia marcamos de sair. Ela levou-me num bar gls. “Aqui a gente até pode se beijar, se quiser.” – ela disse me olhando nos olhos. Mas eu bloqueei e não consegui. Pedi desculpas e nunca mais nos encontramos.

Quando já nem mais imaginava que algo do género iria acontecer novamente, conheci a Sandra, no ginásio onde faço musculação. Ela é completamente feminina, tem o cabelo escuro, geralmente amarrado, cintura fina, bumbum empinado, peitos ligeiramente médios. Fazíamos o mesmo programa de pesos, então um dia ela puxou conversa. Nada demais… Apenas falamos sobre os programas que estávamos fazendo, sobre os horários que costumávamos ir, nada mais profundo que isso. Eu nunca tinha encontrado ela antes por lá, e ela dizia que frequentava o ginásio já tinha um ano, mas que costumava ir mais tarde, para a aula de localizada, e depois ficava para a musculação, até quase na hora do ginásio fechar. Eu disse-lhe que apenas ia às 19h, pois era tempo suficiente de sair do trabalho, arrumar algumas coisas em casa e ir malhar.

Não sei se foi propositadamente que ela mudou de horário, mas eu sei que comecei a vê-la todos os dias, e conversávamos sempre animadamente. Depois íamos para o duche. Uma das portas do duche tinha problemas, e as outras estavam ocupadas. Sem qualquer tipo de pudor, despi-me e tomei banho, e notei que ela me observava. Mas podia ser apenas alguma coisa da minha cabeça, então nem fiquei pensando muito naquilo. Ela ficou esperando eu acabar o meu banho, porque também queria tomar seu duche ali. Pediu que eu esperasse, que ela me dava boleia para casa. Ela despiu-se e seu corpo bem feito ficou ali, nu, na minha frente. Ela ensaboava-se toda, e ficava esparramando espuma por toda a cona, de forma exagerada. “Empresta-me seu condicionador?” – ela pediu, e, quando entreguei o frasco, ela acariciou as suas mãos molhadas do banho nas minhas. Ficou me olhando de forma insinuadora, mas ao mesmo tempo muito natural.

Quando ela me deixou em casa, fomos nos despedir e seu beijo tocou no canto da minha boca.

A partir de então, era sempre a mesma coisa, todos os dias. Talvez por eu ter falado tanto dos namorados que eu havia tido, ela nunca tinha tomado qualquer iniciativa clara, e eu até pensei que talvez fosse mesmo ilusão da minha cabeça.

Duas semanas depois era o show da Madonna, em Lisboa. Como duas fanáticas, decidíamos que não poderíamos perder. Foi uma dificuldade conseguir os ingressos, mas ela depois ligou-me, dizendo que tinha conseguido os últimos dois, e que então iríamos. Mas depois eu disse-lhe que talvez seria melhor ela convidar uma outra pessoa, porque ficaria muito tarde depois para voltar. “Não tem problema.” – ela disse. “Eu estou com as chaves do apartamento do meu irmão, que é lá em Lisboa. Ele está na França agora, e deixou-me o apartamento, para que eu tentasse arrendá-lo, mas eu primeiro tenho que trazer umas coisas pessoais dele que ainda lá estão. Fazemos assim: dormimos no apartamento dele e voltamos depois do almoço, tudo bem?”

Estava lotado, o que fez com que ficássemos muito encostadas uma na outra. Sua pele era macia e bem cuidada. Saímos de lá abraçadas, a cantarolar “Like a Virgin”. “Essa mulher é o máximo, não é? Com uma idade daquelas, e ainda tão cheia de energia!” – ela me dizia, e eu concordava.

Paramos para beber num barzinho, mas ela não bebeu muito, pois iria conduzir, e depois fomos para o tal apartamento.

Estava escuro e frio, mas era um apartamento simpático. Encaminhou-me até o quarto do irmão. Era um quarto de homem comum e solteiro, um pouco desorganizado e com um calendário de mulher pelada na parede.

– Acho que já nos divertimos imenso essa noite. É melhor irmos dormir… – ela disse.

Deitei-me na cama, e ela perguntou: “Vais dormir assim?” Eu disse que sim, pois havia me esquecido de levar roupa de dormir, mas que não havia problema, pois tanto a blusa que eu vestia, quanto a calça, eram de um tecido confortável.

– Não, não vais não. Acho que ainda deve ter algumas coisas do meu irmão aqui. – foi até o armário, que ficava do outro lado da cama, e puxou por uma camisola e jogou-a na minha direcção. – Deve ficar larga, mas é ainda melhor que dormir desse jeito que você está.

Tirei os sapatos e a calça, e vi seu rosto inclinar-se para a minha cuequinha branca, de renda. Não deu para fingir que eu notei o seu olhar, e ela então desviou: “Onde compraste essa cueca? É tão gira!!! Quero comprar umas iguais.”

Tirei a minha blusa e ela viu os meus seios, maiores que o dela, dentro do sutiã. Por um impulso inconsciente, virei de costas para tirá-lo, como se ela nunca tivesse me visto nua no banho.

Enquanto eu vestia aquela camisola, ela arrumava a cama, esticando os lençóis e depois indo buscar um grande edredon. Apesar de ter ligado o aquecimento, o quarto ainda não estava quente.

Saber que íamos ter que dividir a mesma cama deixava-me um tanto excitada. Mas eu não poderia fazer nada, a não ser que fosse ela a tomar a iniciativa.

Deitei-me de lado, de costas para ela. Dei-lhe boa noite e fingi que estava dormindo. Senti que ela se mexia muito na cama. De repente ouço-a perguntar:

– Carla, está acordada?
Pensei em fingir que estava dormindo, mas acabei por responder com voz de sono:
– Sim, estou…
– É que eu não estou habituada a dormir com roupa, mesmo sendo essa camisola do meu irmão. É que eu sempre dormi nua. Será que você se importa se eu tirar a roupa?
– Não, claro que não… Fique à vontade… – Tremi por dentro, mas brinquei para não demonstrar meu constrangimento: – Faça de conta que você está na sua própria casa…

Ouvi ela se levantar, e vi o vulto da camisola que ela tinha jogado para algures do chão do quarto. Não vi se tinha tirado a cueca, pois estava de costas. Mas já devia ter tirado… Nossa, e agora? Ela em poucos instantes estaria nua, bem do meu lado… Quando ela levantou o edredon, senti um arrepio, que não era apenas de frio. Ela deitou-se, e eu parecia sentir, mesmo à distância, o calor do seu corpo que exalava até ao meu. Tentei não me mexer, mas a verdade era que já não conseguia dormir. Ela não se mexeu muito, e ficou quieta depois de ter me desejado boa noite. Sentia que ela estava atrás de mim, e que não estava com a cabeça virada para o outro lado, e que até talvez estivesse me observando, mas não virei para constatar. Ainda pensei em dar uma viradela, como quem não quer nada, mas não o fiz.

Passaram muitos minutos. Talvez mais de uma hora. Eu continuava quieta. Fingia que dormia. Ela também estava quieta, e não se movia muito. Senti de repente que ela mexia no meu cabelo, muito de leve, como que para não me acordar. Fiquei ali sentindo aquela sensação gostosa, aquela excitação, sem mover um só músculo. Mas não aguentei ficar de estátua por muito tempo e, por descuido, acabei me movendo um pouco.

Senti sua mão sair do meu cabelo. Ela parecia ter se virado de barriga para cima. Passados mais alguns minutos ela virou-se para mim, e aproximou-se um pouquinho mais. Passou a sua perna direita por cima da minha, e viu que eu não me movia. Depois passou a sua mão por cima dos meus braços, até encontrar os meus seios, por cima da camisola. Todo o seu toque era muito leve, mas, mesmo assim, fiquei com medo dos meus seios ficarem com os bicos rijos, ou das minhas pernas ficarem arrepiadas. Um turbilhão de excitação parecia estar dentro de mim, como se meu sangue circulasse em grande velocidade.

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Minha doce (e deliciosa) amiga Bia

Eu tinha terminado com meu namorado e estava muito triste, por isso minhas amigas me levaram pra dar uma volta, fomos até um barzinho no centro da cidade.
Passou uma 1 hora mais ou menos e minhas amigas queriam ir pra uma balada, eu disse que não estava afim pq tava triste pelo fim do namoro e pedi para que me deixassem em casa. Bia (uma das minhas amigas) disse que era pra eu dormir na casa dela, que não ia me deixar sozinha naquela situação.
Agradeci sua gentileza, entramos no carro e as meninas nos largaram na casa da Bia que na verdade morava em um apartamento (sozinha).
Entramos no apartamento da Bia, sentei no sofá e ela me trouxe uma cerveja. Conversamos e bebemos um pouco. Liguei a tv e comecei a rodar os canais a procura de algo, de repente botei no canal da Playboy onde estava passando duas garotas fazendo sexo. Eu já tinha ouvido boatos de que a Bia ficava com meninas mas sempre tive vergonha de perguntar. Já um pouco alta da cerveja perdi a vergonha e finalmente perguntei se era verdade que ela já tinha ficado com garotas. Ela sorriu e me disse que sim, perguntou se eu nunca tinha ficado, eu respondi que não e ela disse que eu não sábia o que estava perdendo pq era uma delícia. Conversamos mais um pouco e de repente eu comecei a chorar (por causa do namorado e por causa da bebida). Bia me puxou junto a ela e me acomodou nos seus seios fartos e durinhos, colocou minha cabeça recostada neles enquanto acariciava o meu cabelo e dizia que tudo iria ficar bem.

– A Bia, vc é tão querida, não sei o que faria sem você. – Disse eu
De repente levantei minha cabeça e olhei nos olhos de Bia, ela tem olhos verdes. Me afastei um pouco e contemplei o corpo dela, as suas coxas grossas dentro daquele shot apertado, seu corpo lindo e seus cabelos lisos e pretos que contrastavam com sua pele branquinha e caiam em cima de seus seios fartos. Não sei o que deu em mim, puxei-a de encontro e a beijei na boca.
Ele me afastou e sorriu

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Dei para o meu dentista

Olá, Me chamo Ana (nome falso), tenho 20 anos, 1e60 de altura e seios enormes..

Uso aparelho ortodôntico a mais de três anos e de uns meses para cá vinha observando (com malícia claro) para o meu dentista, que é super charmoso e simpático. Até que um dia nos encontramos em um show, papo vai e vem, rolou alguns beijinhos. Dai resolvemos sai do local do show pra ficarmos maia a vontade, fomos para uma chácara que ficava bem próximo.

Chegando lá digo que quero ir ao banheiro enquanto ele pegava a cerveja, e fui, na volta só sinto um braço me puxando e pressionando-me contra a parede sem chances que eu dissesse nada. E foi me tomando com um beijo arrepiante e muito excitante.. Despertando ainda mais o fogo que tinha guardado pra ele. Nisso, me beijava e começava a acariciar meus seios por cima da blusa, fazendo provocações no meu ouvido. E assim as preliminares continuaram, mas não houve tranza por eu está mestria da no dia.

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Eu, minha namorada e a empregada

Uma ex namorada que tive foi uma das pessoas mais interessantes que conheci. Samara era uma loirinha linda, baixinha gostosa, coxas grossas, seios médios e muito sapeca. Em todos os sentidos. Sempre brincalhona, com um sorriso magistral, ela sempre me chamou a atenção desde o primeiro momento que a vi. Mas algumas outras qualidades também chamavam a atenção dela e o principal dizia respeito à sua tara sexual. Transávamos sempre, em qualquer lugar, em qualquer situação e aos poucos fui descobrindo outras vertentes bacanas dela. O fato era que Samara era muito liberal no sexo. Completamente sem pudores.

De todas as aventuras que tivemos juntos, talvez a que mais me impressionou foi a que vou relatar a seguir.

Samara morava com os pais e um irmão mais novo. Numa determinada época a família dela perdeu a empregada que trabalhou lá por muitos anos e em pouco tempo eles contrataram uma nova. Ela se chamava Cíntia e era uma morena muito bonita, com cabelos negros, corpo bem esculpido, tímida à princípio. Mas talvez a convivência com Samara tenha mudado isso e logo ela tinha toda a liberdade possível com a família e até comigo, que vivia na casa de Samara.

Um certo dia, chegamos na casa dela e a casa estava deserta. Todos tinham saído, inclusive Cìntia que parecia ter ido ao mercado. Samara apenas olhou pra mim com aquela cara de safada que ela sempre teve. Peguei pelo braço dela e a levei até a cozinha, onde tinha uma mesa de madeira enorme. As cadeiras altas, resistentes, proporcionavam o cenário perfeito para uma boa trepada. Sentei Samara em cima da mesa e rapidamente abri suas pernas, arrancando a calcinha por baixo do vestido que ela usava. Sentei na cadeira e caí de boca na sua boceta, que já estava encharcada. O cheiro gostoso da boceta ensopada, misturada com o cheirinho de suor dela, me excitava ainda mais. Despertava em mim o macho que queria saciar a vontade de sexo. Eu lambia sua boceta com muito tesão, puxando os lábios, deslizando a língua até o cuzinho dela. Em meio a gemidos de prazer, Samara pedia que eu enfiasse a língua com mais força, mais fundo. Ela passava as mãos pelos meus cabelos, puxava e depois forçava minha cara para o meio de suas pernas. Meu pau latejava dentro da calça e eu já sentia que ele estava babando por ela. Samara gozou gostoso na minha boca e queria retribuir.

Trocamos de lugar. Era a vez dela brincar. Sentei na mesa e furiosamente ela arrancou meu pau pra fora da calça, pelo buraco da braguilha. Começou uma mamada fenomenal, lambendo da base até a cabeça e deixando meu pau completamente lambuzado. Ela engolia o quanto podia, como sempre fazia. Ela sabia que eu adorava a sensação dela engasgando e quando tirava a boca, ela derramava um fio espesso de saliva e então punhetava meu pau deliciosamente. Ora ou outra eu segurava na sua cabeça, tirava as mãos dela do meu pau e ficava brincando de foder sua boca. Soltava sua cabeça e então ela olhava pra mim, com a boca toda lambuzada e aquele sorriso lindo no rosto.

A excitação estava num nível elevadíssimo, tanto que não percebemos que estávamos sendo espiados pela empregada. Cíntia estava na porta da cozinha, olhando tudo e sem falar nada. Tomamos um baita susto e Cíntia, toda sem graça, escondeu-se no cômodo ao lado. Nos recompomos, vestimos nossas roupas e saímos sem graça da cozinha. Passamos por Cíntia e não pude deixar de reparar no sorriso sem graça estampado no seu rosto. Eu e Samara subimos para o quarto para terminar o que começamos. Samara não dava a mínima para o que houve. Só queria foder.

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Deixei meu chefe esfregar na minha bunda e não aguentei

Meu nome é Camila tenho 23 anos e tudo aconteceu quando eu tinha acabado de completar 19 anos, sou branca, cabelos castanhos bem claros, quase louros, olhos castanho claro e um corpo muito bonito, pelo menos todos dizem. Eu na época era estagiária em uma empresa e o meu chefe chamava Marcos, era uma pessoa muito legal, inclusive foi ele quem me ensinou todo o serviço, ficamos muito amigos, pois ele tem uma filha um ano mais nova que eu e que mora com a mãe dela em outra cidade, pois ele tinha na época 34 anos e essa filha foi fruto de um namoro quando ele tinha uns 19 anos. No início era um relacionamento de colegas de empresa mas depois de um certo tempo fomos criando uma amizade muito bonita, até trocávamos DVDs e CD’s , acho que ele se apegou a mim por lembrar da filha, pois ela era até um pouco parecida comigo, principalmente na altura 1,70 mts.

Teve um dia, véspera de um feriado prolongado, eu tinha que protocolar alguns documentos no forum e estava chovendo muito e o Marcos que estava de saída falou que me levaria até lá. Fomos até o forum e na volta ele falou que iria no dia seguinte visitar a filha e que tinha comprado várias roupas para ela e que estava morrendo de saudades. Ao passar em frente da sua casa ele parou e disse que precisava pegar um talão de cheques lá dentro e falou para mim entrar pois não queria me deixar dentro do carro com as janelas fechadas por causa da chuva. Na hora fiquei com receio de entrar, mas ele falou tão calmo que acabei entrando com ele. Estava na sala aguardando quando ele me chamou até o quarto para mostrar as roupas que tinha comprado para a sua filha, e eu fui olhando e admirando, pois eram roupas muitos bonitas, tinha blusas, vestidos, algumas saias e até um biquíni, mas eu disse que algumas peças me pareciam pequenas e que poderia não servir nela. Ele ficou olhando e concordou comigo e ai me pediu se poderia experimentá-las, pois o meu manequim era praticamente idêntico ao dela…

Eu na hora falei que não, que não ficaria bem, pois estávamos apenas os dois ali e eu não usava algumas daquelas roupas… (Naquela época frequentava por exigência dos meus pais uma igreja evangélica e sá usava saias) … ele falou que não me olharia e que era apenas para experimentar e dizer qual serviu e qual ficou larga ou apertada… eu acabei cedendo e ele saiu do quarto e encostou a porta e ficou no corredor me perguntando se tinha ou não servido e eu ia experimentando as roupas, até que coloquei um shortinho que ficou bem apertado, entrando bastante no meu bumbum, fiquei me olhando num grande espelho que tinha na parede e naquela hora eu estava apenas com o short e de sutien… fiquei completamente vermelha ao me olhar, eu tava constrangida e ao mesmo tempo excitada em me ver daquele jeito.

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Sexo no cinema

Oi, eu quero compartilhar o meu dia de hoje com vocês, hoje pela manhã acordei e fui trabalhar, trabalho no mesmo local de uma amiga minha, fazia algum tempo que eu queria ir no cinema o que eu não escondia, como converso muito com essa minha amiga passei umas semanas jogando indiretas de que eu queria ir no cinema.

Eu saiu do serviço as 14hrs no mesmo horário que ela, quando estávamos indo pra parada ela me pediu pra ir com ela resolver uma coisa, eu não ia fazer nada em casa, e gosto de estar com ela então eu fui, no caminho conversa vai conversa vem ela me disse que tinha ido no cinema na terça-feira, eu como adoro fazer um drama fiz, disse q fazia tempo q queria ir no cinema e ela foi com outra pessoa e não quis ir comigo, falou que então eu iaria comigo hoje mesmo, se eu quisesse.

Escolhi um filme no qual ela não gostava “terror”, compramos pipoca refrigerante e nos dirigimos a sala 1, chegando lá escolhemos as poltronas do meio onde não tinha sentado ninguém, cinema tava vazio, o que me deu uns pensamentos meio insanos.
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Fetiche louco com minha namorada

Tenho 27 anos, sou de altura media para baixa, cabelos e olhos castanhos, nem gordo nem magro, enfim um cara bem normal eu diria rs. Uma característica que me diferencia dos outros caras é ser completamente tarado, a qualquer hora e em qualquer lugar. Se tratando de homens isso é normal mas eu com certeza sou acima da média.
Gosto de fazer qualquer putaria e dos jeitos mais loucos possíveis e em qualquer lugar, quanto mais safada a brincadeira melhor.

Também sou viciado em pornografia em forma de contos, vídeos, fotos, historias e qualquer coisa que envolva sexo. Isso talvez tenha me levado a procurar um pouco de tudo em matéria de sacanagem e por incrível que parece”quase” tudo me agrada, ou seja, minha cabeça é bem aberta.

Todos os meus contos são reais e caso não for vou deixar bem claro que é fruto da minha mente insana. Espero que goste e você sempre vai encontrar essa especie de cabeçalho em meus contos pra que possa incentivar sua imaginação e pra que fique mais claro que é tudo real de fato.

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Amiga da minha esposa

Ola meu nome ´Fabio ( Ficticio ), tenho 39 anos,loiro, olhos verdes Prof. de Ed. Fisica, sou casado com uma bela morena de 32 anos.A Bel ( Ficticio ) tem uma amiga Sandra que é um tesão de mulher casada, com Marcos e a amizade delas deu inicio com a das filhas na escola. Fomos convidados por um outro casal em comun para um aniversario em um Sitio em Itú – SP, este seria no domingo porem os mais chegados foram convidados a ir no sabado para uma noite de bebidas e churrasco.Estavamos em aproximadamente uns 10 casais e mais alguns amigos e amigas.O forró a cerveja e o churrasco comia solto, e amulherada de biquini na beira da piscina éra uma tentação principalmente a Sandra que tem um senhor rabão é uma delicia de mulher, e as vezes me olhava com um olhar malicioso e tentador.La pelas 2 horas da manha algunhas pessoas começaram a se recolher para dormir inclusive minha esposa, as minhas filhas ja dormiam a muito tempo, ficaram apenas 3 casais e mais uma senhorita e mais dois senhoritos,o Marcos marido da Sandra estava meio alto misturou tudo cachaça,cerveja, caipirinha, e foi dormir quase que carregado, a Sandra ficou sozinha, e eu começei a adimira-la mais explicitamente e ela tambem, a certa altura fui buscar uma cerveja e ela foi atras, na cozinha me perguntou se eu a achava sexy, disse que muito, e ela me perguntou se eu não estava mentindo disse que não, e ela disse que seu marido tinha perdido o tesão por ela e que á 3 meses não a procurava e que estava carente, falei para ela que poderia resolver este problema e éla dando uma de ingênua perguntou como, falei que a hora que todos fossem dormir inclusive nós( iamos só fingir ), iriamos nos encontrar em um local do sitio bem escondidinho, ela topou. Me certifiquei que a Bel estava mesmo dormindo, e estava mesmo pois quando bebe apaga.Me encontrei com a Sandra em um local bem reservado éla disse que todos estavam dormindo e que seu marido tinha desmaiado.Não resisti a beijei gostoso, dando leves mordidinhas em seu pescoço e nuca arrancando suspiros dela, ela não controlando o tesão e o medo pediu para eu colocar logo, dizendo enfia este pinto na minha buçeta meu macho gostoso, a aclmei beijando-a e chupando seus peitos e descendo até sua buçetinha ensopada dei varias chupadas e mordidinhas em seu grelinho, ela gozou gostoso e quase gritou, mas se controlou e ao se recuperar me chupou gostoso, não aguentando o tesão e com medo tambem, a coloquei de costas e a penetrei forte e metia gostoso ora bem forte ora bem fraco, até que não aquentando mais ela gozou e em seguida eu tambem, foi tanta porra que vazou muito da sua buçeta.Fomos dormir e no outro dia fingiamos que nada tinha acontecido, mas o tesão é grande por ela e espero a proxima oportunidade para de novo come-la gostoso.

Ficantes numa fodida excitante

Larissa com 1,76 de altura, pesando 60kg bem distribuídos. Loira, de cabelos longos, seios médios, de bumbum grande, e barriga sequinha resolve marcar um encontro com seu ficante Roni com 1,80 de altura, pesando 78kg de puro tesão, bem definido, moreno dos olhos claros, cabelo curto e arrepiado, com um mastro grosso e grande de 26cm. Pela manhã eles resolvem marcar um encontro via internet, Larissa diz que está muito afim de encontrar Roni, e Roni responde Larissa com rapidez dizendo que quer muito ficar com ela, então eles marcam se encontrar em frente a casa de Roni às 17h da tarde. Larissa se prepara para encontrar seu ficante a tarde, trata muito bem seu corpo, enquanto Roni fica deitado imaginando o corpo escultural que Larissa possui. Já chegando o horário dos dois se encontrarem, Larissa toma um bom banho, enquanto Roni se perfuma todo e arruma o seu quarto à espera de Larissa. Chegando às 17hs da tarde Larissa liga para Roni e diz que está se aproximando da casa dele, Roni sai para fora, e avista Larissa chegando, quando Larissa se aproxima dele, eles se beijam intensamente, enquanto o beijo acontece a mão boba de Larissa começa a alisar o pau de Roni que fica marcado na bermuda de tão duro e grosso. Larissa dá um sorriso entre o beijo, e ela pede a Roni para convidá-la pra entrar, claro, ele muito ansioso e excitado, pega na mão de Larissa e chama ela pra dentro, ele fecha o portão da casa, e pede para Larissa segui-lo. Continue lendo “Ficantes numa fodida excitante”

Aproveitando com o vizinho na praia

Olá, me chamo Ane Barbosa, tenho 18 anos, sou heterossexual, loira de cabelos longos e lisos, tenho 1,65 de altura, tenho um corpo malhadinho, meus bumbuns são avantajados e tenho seios médios que são siliconados. Freqüento academia há três anos. Adoro ir a praias e gosto de me arriscar em aventuras sexuais.

Olá, me chamo Léo Piracema, tenho 24 anos, sou heterossexual, moreno de cabelo curto, barba bem feita, tenho 1,78 de altura, porto um corpo bastante escultural, devido à academia que freqüento há seis anos. Gosto de sempre estar freqüentando praias e indo atrás de mulheres.

Ane e Léo são vizinhos recentes, Léo se mudou para o mesmo bairro que Ane há três meses, moram na mesma rua e se falam e se cumprimentam sempre que se vêem.

Numa manhã de sábado às 9hs, Ane decide freqüentar a praia mais próxima de sua casa, com roupas bastante abusadas, porém simples, vai sozinha. Chegando lá, coloca uma simples toalha na areia branca e solta, tira seu short e sua blusinha, apenas exibindo seu biquíni extremamente pequeno e adentrado dentro da bunda em seu corpo malhado, se senta em cima da toalha, e fica bem focada na paisagem e na praia bastante deserta. De repente, chega Léo, que se mudou recentemente para o mesmo bairro que ela, para casa ao lado. Ela fica surpresa ao ver Léo, e abri um leve sorrisinho. Ele ao vê-la, abaixa a cabeça e dá um leve sorriso também, tentando se aproximar dela. Ela com uma mente bastante safada, encantada pelo físico do Léo, se deita emborcada na toalha empinando todo o seu rabo. Ele logo morde os lábios ao ver esta cena e tira a bermuda e fica vestido com uma sunga branca mostrando toda a marca da sua pica. Ele, nada bobo e atraído também pela loira gostosa, se aproxima rapidamente e cumprimenta ela, mas com o olhar fixado totalmente no rabo dela. Ela vai e levanta para cumprimentar normalmente ele, e ele fica apenas observando-a e em seguida pergunta para ela: – Tudo bem, Ane? Curtindo uma praiana sozinha? Quer que eu fique como sua companhia? Adoraria e seria o maior prazer! – Ela, logo responde: – Tudo melhor agora, Léo! Sim, estava curtindo sozinha, mas agora que você chegou, não ficarei, mas sozinha. Prazer, digo eu! Continue lendo “Aproveitando com o vizinho na praia”