Festinha no sofá com a shemale

Thaís Green – Shemale, 22 anos.

Marina Bittencourt – Mulher, 20 anos.

*Olá, vou contar um fato que aconteceu comigo. Prazer meu nome é Marina Bittencourt, mas conhecida como Mah. Certo dia eu fui a uma festa próxima a casa em que eu morava com minha família, fui sozinha a festa, pois ainda não tinha amigos no local em que estava morando. Era uma festa cheia de jovens adolescentes e pessoas com a mesma idade que a minha. Eu bebi alguns drinks e fiquei em um canto dançando solitariamente, enquanto percebia alguém me observar de longe, aparentava ser uma mulher muito bonita. Branca, cabelos pretos e longos, de altura média e um corpo bem malhado.

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Fodendo a secretária

Maria Calloni, 20 anos, é uma mulher muito atraente, consegue enfeitiçar visualmente as pessoas que a rodeiam. Mulher de um corpo magnifico, de pele morena e físico robusto. Maria ocupa o cargo de secretária numa microempresa de sorvetes. O chefe de Maria, agora entra na nossa imaginação. O chefe que se chama Ian Miles com 30 anos de idade é um homem bastante atencioso que costuma chamar total atenção das pessoas por seu corpo malhado e definido, o charme que dispõe é estar vestido socialmente no ambiente profissional. Maria, uma mulher observadora sob as ações do seu chefe, fazia o seu trabalho e nunca teve algo a mais com o chefe. Ian sempre foi um bom profissional, porém ocultava o seu desejo por secretárias.

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Ela me deixo louca e acabamos gozando

Sou Nessa, mulata ,20 anos , cabelo enrolados ate o ombro , boca carnuda , seios médios e durinhos , bumbum grande e arrebitado , barriguinha sexy , sou bem atraente .

Bom sou passista em uma escola de samba , o que aconteceu comigo rolou no primeiro dia de carnaval desse ano, sou bem safada mais com homens não esperava que isso ia acontecer logo com uma menina que me odiava ou sei la o que , nome dela e Michelle 22 anos , loira , corpão sexy , seios grandes , bunda maior ainda , aquela loira de parar o transito , agente não se dava muito bem , ate que um dia ela me parou e pediu que eu fosse a casa dela ,antes de nos irmos a escola de samba ensaiar para desfile chegou de tarde foi a casa dela , mal sabia eu o que estava me esperando , entrei no prédio dela , ao chegar em seu AP bate em sua porta , e logo encontrei a mesma aberta , foi entrando em sua casa procurando chamei varias vezes Michelle , Michelle , ao escutar sussurros , e gemidos , ao final do corredor , abre sua porta sem saber o que me esperava , ela estava deitada em sua cama , com enorme consolo que deslizava em sua bucetinha totalmente molhada , olhei fiquei assustada com aquela mulher deitada em sua cama , toda aberta , ela me olho sabendo que logo me deixava excitada , logo me chamou com seu dedo , ao seu levantar da cama pude ver que sua raxa estava molhada de mais , ela veio caminhando em minha direção , com seu corpo lindo e com aquela marca bem forte de biquíni , disse a ela ;
– O que esta acontecendo ?
Ela sorrio , e aproximou seus lábios do meu , logo respondeu quase encostando um ao outro .
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Entrega a Marilda

Marilda era mulher de postura firme. Formada em administração na melhor faculdade federal, veio tornar-se executiva de sucesso. A carreira custou-lhe muito esforço, abdicou de um noivado e alguns relacionamentos, quiçá, rendessem-lhe um esposo, ou uma família, quem sabe? Era seu aniversário. Trinta e seis anos, logo, sua maior crise depressiva.Ninguém havia lhe cumprimentado, as ocorrências no serviço eram as mesmas corriqueiras do cotidiano de uma diretora executiva. Entrou e saiu do trabalho do mesmo modo habitual de todos os dias. Nem um aceno, sorriso ou beijo na face. Repetiram-se os insípidos “Bom dia Dra. Marilda”. Porteiros, seguranças, recepcionistas, secretárias, amigos da executiva, antigos namorados, irmãos, tias do interior, nem mesmo sua mãe lembrara. Traidores!

Ninguém! Era pouco, ou seja, muita solidão para um ser humano dedicado, mesmo sendo a carreira o fruto único da dedicação.
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Rapidinha, por Fran

Tinha dois dias que eu tinha terminando com o Léo. As coisas ainda estavam recentes, mas decidi que não iria chorar e que minhas amigas estavam certas. A hora era de badalar. Peguei um vestido que o Léo havia apelidado de “vestido da discórdia”, por que ele ressaltava todas as curvas e detalhes do meu corpo. Nunca tive o corpo marombado, mas seios, coxas e bumbum faziam a orquestra perfeita no meu corpo de brasileira e quando eu usava aquele vestido, sempre chamava a atenção. Decidi que seria com ele que badalaria aquele dia.
Marquei com as meninas no barzinho por volta das 22:00. Senti-me meio deslocada, afinal, depois de um namoro de 6 anos, já não sabia nem como era sair sozinha. Mas estava disposta a curtir. Quando cheguei, avistei todas numa mesa mais isolada, no canto esquerdo do bar, do lado oposto do som, já sobressaltas. Pela quantidade de bebidas, logo percebi o porquê. Mal perceberam minha presença, começaram a gritar por meu nome, o que chamou a atenção das pessoas que estavam nas mesas ao lado. Abracei uma por uma das cinco que me esperavam e uma delas já me entregou o copo de vodka para “início” dos trabalhos, como bem definiu.
Entre um copo e outro de vodka, decidimos ir para a pista, dançar. Estávamos curtindo muito quando, repentinamente, senti um solavanco no meu braço esquerdo. Doeu. Virei pronta para brigar, quando me deparei com aquele moreno lindo, cabelos lisos penteados para trás com gel, olhos claros, boca carnuda e um corpo escultural, vestido numa calça jeans, uma camisa que só tinha a parte da frente colocada por dentro da calça, com mangas dobradas até o cotovelo, uma sapatênis cor gelo com detalhes em azul e vermelho, num estilo despojado chique mais lindo que eu já tinha visto. Fiquei sem fala. Ele me perguntou se machucou e imediatamente balancei a cabeça afirmando que sim. Ele me puxou para um canto e quis saber onde exatamente tinha machucado, quando finalmente despertei daquele transe. Expliquei que não tinha sido nada, apenas um choque à toa, mas ele insistiu em ver meu braço. Mostrei o local meio avermelhado e ele me pediu mil desculpas e solicitou ao garçom um copo com um pouco de gelo, para passar no local. Achei tudo um exagero. Havia sido um choque comum, nada exagerado. Ele perguntou a um pessoal do lado se poderia puxar uma das cadeiras e me fez sentar ali mesmo, enquanto esperava o garçom com o gelo. Cuidadosamente, colocou o gelo sobre o local avermelhado e, só então, se apresentou. Seu nome soou como música: Fábio. Apresentei-me também e começamos a conversar sobre assuntos variados, enquanto ele acariciava delicadamente o meu braço no gelo e aquelas carícias produziam uma sensação que eu não estava acostumada a sentir há tempos.
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A moça da quitanda

E era na verdade uma sensação estranha que enfrentava, uma mistura de medo com prazer, mas não havia pudor em questão, o medo era mais em saber que o caminho era sem a possibilidade de volta. Adiante estaria aquele trabalho registrado indelevelmente em sua vida, estaria fechada a porta de poder apagar seu passado algum dia caso assim quisesse. No camarim de estrela com seu nome pensou na moça do interior que despertava a tara dos abastados que passavam de caminhonete na frente da quitanda do pai. Entre as cores e cheiros das frutas adorava desfilar com o vestido rodado feito pela tia, e ela moça sorria de vergonha sempre afeita de um absurdo frescor casto.
Agora era diva, poderosa, requisitada em shows nas casas noturnas, mas e as saudade dos pais? E o futuro sem a família católica que não a aceitava e não a entendia? E, não era um medo recheado de pudor, era mais do que isso.

Adorava sim as jóias caras e os presentes que ganhava, mas era quão prazeroso o bolo de fubá da mãe e o café quentinho da fazenda.
Sentia-se satisfeita mesmo quando a vó falava com orgulho da neta, que esta se formaria doutora em bichos. E tenho dito, terminava a velha.
Começou nessa vida quando ainda tinha que pagar os estudos na faculdade, uma amiga que “ganhava bem” lhe deu a dica. E ela foi, seu primeiro programa foi com um mancebo virgem, até gostou e quase gozou, pensou que não seria tão difícil, muito embora trabalhos seguintes lhe deram o choque de realidade, sendo assim, teve que tratar com todo o tipo de gente, eventualmente, alguns casais e até com os clientes tarados de gostos escatológicos, mas que sempre pagavam bem.
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