Dentro do ônibus

Era uma longa viagem. Todo mundo vai do interior pra cidade grande, mas poucos fazem o caminho de volta. O ônibus era de dois andares, mas ia vazio, com somente dois viajantes no andar de cima e o motorista, no andar de baixo.

Ela se sentou na janela, pois gostava de olhar a estrada, as cidades, os carros. Porém naquela madrugada escura, dava para enxergar pouca coisa. Estava calor e ela estava sem sono. Ela era uma linda morena, alta, de corpo cheio, cabelos longos, com uma franjinha que a fazia parecer mais menina. Mas quando se olhava para o corpo, para os seios fartos, as coxas grossas, percebia-se que era uma mulher.

De repente, o outro passageiro sai do fundo do ônibus e senta do lado dela. Como assim? Com tanto lugar pra sentar essa criatura vem sentar exatamente do meu lado? Mas antes de abrir a boca para reclamar, olhou para o companheiro de viagem: ele era moreno, bronzeado, um rosto bonito e sério, camiseta branca e calça cinza, de moletom.

Enquanto ela se perguntava sobre o que aquele estranho poderia querer sentando-se ao lado dela, ele lentamente começou a se acariciar, passando a mão por cima da calça de moleton, fazendo seu pau endurecer a cada movimento. Ela ficou surpreendida, mas não assustada. Porém não sabia se devia ficar quieta, se devia se levantar e reclamar para o motorista, ou…? Olhou para o rosto dele. Ele continuava sério, de olhos meio fechados, respirando mais profundamente. O tarado estava mesmo com tesão, pensou ela, e que merda, eu também.

Enquanto ele se acariciava, com o membro ainda dentro da calça, ela estava imóvel, mas quase sem sentir começou a se contorcer no banco. Ela podia ver o pênis duro apontando por debaixo da calça, o movimento de vai e vem da mão dele, sua respiração cada vez mais forte, e queria brincar também, mas não sabia como. De repente, ainda sem olhar para ela, ele segurou a mão dela e a fez acariciá-lo também. Era maior do que ela pensava, duro, inchado e latejava.

Era muito para ela poder resistir. Virou-se para ele, desabotoando a blusa, tentando beijar o pescoço dele. Ainda sem dizer nada, apertou-lhe os seios, fazendo ela gemer baixinho. Começou a desabotoar a calça dela, e ela rapidamente terminou de tirar tudo, ficando só de calcinha. Foi então que ele enfiou a mão entre as pernas dela, procurando sua buceta, apenas para ver que estava molhada e quente. Enfiou dois dedos nela, entrando e saindo. Tirou a mão dela e sentou-se melhor no banco, abaixando a calça de moletom. Apertando o braço dela, disse no seu ouvido: senta aqui.

Ela já não queria outra coisa senão sentir aquele pau duro e inchado entrando nela, cada vez mais forte, mais rápido, e mais fundo. Sentou em cima dele, meio desajeitada pelo espaço apertado entre os bancos, mas conseguiu se encaixar, e sentiu a estocada dentro dela. O ônibus balançava no asfalto, mas não era o suficiente, e ela queria sentir aquele pau todinho dentro dela, cada vez mais, e começou a se mexer em cima dele, rebolando, subindo e descendo.

Ele apertava os peitos dela entre as mãos, e aquele aperto doía um pouco, mas ela não conseguia parar de se mexer. Queria sentir mais dor, queria que ele a rasgasse por dentro, que a fizesse gritar de dor, gritar de tesão, implorar para não parar mais de meter dentro dela. Ele segurou-lhe as pernas, direcionando seus movimentos. Ele queria que ela fosse ainda mais depressa, e a cada estocada os dois gemiam cada vez mais alto, até que ela disse não aguento mais, vou gozar!! e sentiu o corpo inteiro tremendo, naquele gozo prolongado enquanto sentia jatos de porra inundando ela por dentro.

Então, lentamente ele a depositou no banco do lado, tirou do bolso da calça um lenço, se limpou, se vestiu e voltou para seu lugar no fundo do ônibus.

Foi real? Foi um sonho? Melhor eu me vestir… Olhou para trás. Ele já tinha se sentado, estava de fones de ouvido e olhava pela janela distraidamente, com seu rosto iluminado pela luz da lua. Aquilo não ia acontecer de novo, mas bem que ela queria que acontecesse!!

Escrito por Starlet