Eu, minha namorada e a empregada

Uma ex namorada que tive foi uma das pessoas mais interessantes que conheci. Samara era uma loirinha linda, baixinha gostosa, coxas grossas, seios médios e muito sapeca. Em todos os sentidos. Sempre brincalhona, com um sorriso magistral, ela sempre me chamou a atenção desde o primeiro momento que a vi. Mas algumas outras qualidades também chamavam a atenção dela e o principal dizia respeito à sua tara sexual. Transávamos sempre, em qualquer lugar, em qualquer situação e aos poucos fui descobrindo outras vertentes bacanas dela. O fato era que Samara era muito liberal no sexo. Completamente sem pudores.

De todas as aventuras que tivemos juntos, talvez a que mais me impressionou foi a que vou relatar a seguir.

Samara morava com os pais e um irmão mais novo. Numa determinada época a família dela perdeu a empregada que trabalhou lá por muitos anos e em pouco tempo eles contrataram uma nova. Ela se chamava Cíntia e era uma morena muito bonita, com cabelos negros, corpo bem esculpido, tímida à princípio. Mas talvez a convivência com Samara tenha mudado isso e logo ela tinha toda a liberdade possível com a família e até comigo, que vivia na casa de Samara.

Um certo dia, chegamos na casa dela e a casa estava deserta. Todos tinham saído, inclusive Cìntia que parecia ter ido ao mercado. Samara apenas olhou pra mim com aquela cara de safada que ela sempre teve. Peguei pelo braço dela e a levei até a cozinha, onde tinha uma mesa de madeira enorme. As cadeiras altas, resistentes, proporcionavam o cenário perfeito para uma boa trepada. Sentei Samara em cima da mesa e rapidamente abri suas pernas, arrancando a calcinha por baixo do vestido que ela usava. Sentei na cadeira e caí de boca na sua boceta, que já estava encharcada. O cheiro gostoso da boceta ensopada, misturada com o cheirinho de suor dela, me excitava ainda mais. Despertava em mim o macho que queria saciar a vontade de sexo. Eu lambia sua boceta com muito tesão, puxando os lábios, deslizando a língua até o cuzinho dela. Em meio a gemidos de prazer, Samara pedia que eu enfiasse a língua com mais força, mais fundo. Ela passava as mãos pelos meus cabelos, puxava e depois forçava minha cara para o meio de suas pernas. Meu pau latejava dentro da calça e eu já sentia que ele estava babando por ela. Samara gozou gostoso na minha boca e queria retribuir.

Trocamos de lugar. Era a vez dela brincar. Sentei na mesa e furiosamente ela arrancou meu pau pra fora da calça, pelo buraco da braguilha. Começou uma mamada fenomenal, lambendo da base até a cabeça e deixando meu pau completamente lambuzado. Ela engolia o quanto podia, como sempre fazia. Ela sabia que eu adorava a sensação dela engasgando e quando tirava a boca, ela derramava um fio espesso de saliva e então punhetava meu pau deliciosamente. Ora ou outra eu segurava na sua cabeça, tirava as mãos dela do meu pau e ficava brincando de foder sua boca. Soltava sua cabeça e então ela olhava pra mim, com a boca toda lambuzada e aquele sorriso lindo no rosto.

A excitação estava num nível elevadíssimo, tanto que não percebemos que estávamos sendo espiados pela empregada. Cíntia estava na porta da cozinha, olhando tudo e sem falar nada. Tomamos um baita susto e Cíntia, toda sem graça, escondeu-se no cômodo ao lado. Nos recompomos, vestimos nossas roupas e saímos sem graça da cozinha. Passamos por Cíntia e não pude deixar de reparar no sorriso sem graça estampado no seu rosto. Eu e Samara subimos para o quarto para terminar o que começamos. Samara não dava a mínima para o que houve. Só queria foder.

Os dias se passaram e aquela surpresa não foi esquecida. Pelo contrário. Sempre que estávamos juntos na casa de Samara, volta e meia voltávamos ao assunto. Cíntia também não ficou abalada e o nosso relacionamento parecia ter mudado pra melhor. Já nos tratávamos como amigos e Samara adorava aquilo. Mas isso gerou uma certa curiosidade na Samara.

– Amor, já pensou fazermos um sexo a três com a Cíntia?

– Sério? Você teria coragem? – perguntei em tom de surpresa.

– Claro! Você não? – perguntou ela, me desafiando.

– Sim, claro. Mas não imaginava que você pudesse querer.

Samara nos tempos do colégio já havia “brincado” com outras meninas, isso eu já sabia. Segundo ela, os melhores orgasmos da vida dela foram com meninas. E não foi apenas com uma. Ela me confessou, numa vez em que esteve embriagada, que participou de uma festinha com cinco meninas. E ela amou. Então dividir o namorado dela com outra mulher não seria nada demais. Porém Samara era bem ciumenta e sempre fiquei com receio de dar a ideia de algo assim para não prejudicar nosso relacionamento.

Um belo dia Samara manda um Whatapp:

– Acabei de transar com a Cíntia.

– Como assim? – perguntei cheio de surpresa.

– Ué… aconteceu. Nem sei explicar.

Coloquei a TV no mudo e continuamos.

– Mas onde foi isso?

– Aqui no meu quarto. Ela tava limpando, arrumando, quando eu cheguei no quarto. Começamos a conversar e do nada o assunto mudou pra aquele dia que ela nos pegou no flagra. Conversamos mais e ela me confessou que adorou a cena que viu, que ficou muito excitada. Aí perguntei pra ela se ela ficou excitada com você. Ela disse que não, que ficou excitada por mim.

– E você, o que falou?

– Nada…

– Como nada? – insisti.

– Nada… apenas puxei ela e beijei ela na boca!

Por um tempo fiquei sem saber o que falar ou responder. Mas aos poucos a excitação foi tomando conta de mim. Uma visão do acontecido começou a se formar na minha cabeça e quando menos percebi, estava de pau duro.

– Mas e aí… me conta. Como foi? – perguntei.

– Nossa, delicioso. Você tem que experimentar.

– Amor, tá falando sério ou é mais uma das suas brincadeiras?

– Não tô brincando… aliás, quero que você venha pra cá agora!

– Samara, não me enrola! Sério?

– Você ainda tá discutindo isso? Vem logo pra cá porque nós já estamos aqui na cama te esperando.

Ainda bem que Samara não morava longe de casa. Peguei a moto e saí em disparada pra casa dela. Era a oportunidade de ter algo completamente novo, de experimentar novas possibilidades, novas formas de prazer. Qual homem não sonha com algo assim? Qual homem não tem a vontade de transar com duas mulheres? De casa até a casa de Samara minha cabeça foi a mil, pensando em possibilidades, posições, onde gozar, comer quem, que horas, quando…

Finalmente cheguei e fui direto para o quarto dela. Pra não mostrar meu nervosismo, pouco antes de me adentrar ao quarto, respirei fundo pra não parecer ofegante. Lentamente fui abrindo a porta e quando vejo a cena, meu pau, que já estava em 100% de excitação, foi para 200%. Samara, com o rosto encaixado na boceta de Cíntia, chupando aquela boceta lisinha da empregada. Cíntia deitada, olhando curiosa pra baixo, apertando os seios grandes, massageando e apertando os bicos. Cíntia mordia os lábios, se contorcia e gemia baixinho. Fui entrando devagar, fechei a porta e fui caminhando até elas. Samara olhou pra mim e apenas com o olhar, pude entender o que ela dizia: “Bem vindo!”.

As duas não pararam em nenhum momento. Fui me aproximando da cama lentamente, observando e vendo a cara de satisfação da minha namorada. Ela chupava com vontade, com volúpia. Ele deveria estar ali a um bom tempo, mamando na racha da empregada. Sentei na beira da cama e lentamente tirei meu casaco, sem desgrudar os olhos da cena. Samara então olhou e disse:

– Vem Cíntia, vamos brincar um pouco.

Não entendi o recado, mas logo descobriria do que se tratava. Cíntia levantou-se e foi até Samara. As duas se beijaram deliciosamente, acariciando o rosto uma da outra, trocando carícias. Depois vieram engatinhando até mim. Eu me recostei na cabeceira da cama e percebi que ali, eu era apenas um objeto de desejo delas. Lentamente elas foram tirando minha calça jeans, depois a camiseta, me deixando apenas de cueca. O mastro duro denunciava minha excitação e sem perder tempo, a cueca foi arrancada do meu corpo. Meu pau balançava de um lado para o outro, teso como pedra. As duas se entreolharam e começaram a brincar. Uma lambia, depois a outra. E assim brincaram por alguns minutos. Samara, gulosa como sempre, passou a abocanhar meu pau, dando verdadeiras engolidas, engasgando, do jeito que eu gosto. Depois passava a vez para Cíntia. Ela, por sua vez, era mais contida. Chupava mais a cabeça, usava a ponta da língua. Enquanto isso Samara lambia as bolas, beijava minha virilha, coxas e depois voltava para o pau. A sensação de prazer era indescritível.

Eu já imaginava que Samara não deixaria eu comer a empregada. Pelo menos era o que eu pensava. Samara veio até o meu ouvido e perguntou:

– Você me ama?

– Que pergunta é essa? Você sabe que te amo.

– Muito mesmo? Do tipo que faria qualquer coisa por mim?

Em meio às perguntas, Cíntia continuava me chupando. Eu já nem sabia o que responder e dependendo do que ela pedisse, eu faria qualquer coisa mesmo naquela hora.

– Faço qualquer coisa por você.

– Então eu quero que você coma a Cíntia. Coma com vontade, como se come uma puta! Faria isso por mim?

– Você pedindo assim, claro que faço.

– Então come a puta, vai. Come ela bem gostoso.

Samara foi até o ouvido de Cíntia e sussurrou ao ouvido dela. Não ouvi o que era, mas Cíntia levantou e ficou de quatro na cama. Aquela bunda deliciosa empinada pra mim era um convite muito tentador. Pra completar Samara colocou o rosto dela em cima da bunda da Cíntia. Lambeu, mordeu e passou a língua até no cuzinho dela, arrancando um gemido gostoso da empregada. Me aprontei logo, coloquei o pau na boceta dela e introduzi com força. Comecei imediatamente o vai-e-vem, sem dó, estocando até o fundo. Samara estava com os olhos vidrados no meu cacete, enquanto ele entrava na boceta da empregada. Vez ou outra ela lambia o cú da empregada, me deixando mais excitado ainda. A visão do rosto da minha namorada em cima de uma bunda gostosa era perfeita. Tirei o pau da boceta da empregada e coloquei na boca da Samara. Fodi sua boca como sempre e voltei o pau para a boceta de Cíntia. Dei vários tapas naquela bunda gostosa, deixando marcado com poucos tapas. Samara aproveitava também e dava vários tapas na bunda da empregada.

Samara deitou-se por baixo da emprega, ficando com a boca na boceta dela. Enquanto eu fodia a empregada, minhas bolas ficaram à mercê de Samara, que ficava alternando entre a boceta dela e as bolas. Ficamos assim por alguns minutos.

Samara queria ser fodida também. Então ela se deitou na cama e mandou Cíntia sentar na sua cara. Assim, comecei a comer Samara, enquanto ela fazia Cíntia rebolar no seu rosto. Cíntia olhava pra baixo, gemendo de prazer, apertando os seios. Samara pediu pra Cíntia levantar um pouco e disse:

– Olha amor, como a minha boca tá melada!

Minha namorada era uma verdadeira puta na cama! E eu amava isso.

Samara quis cavalgar e então eu me deitei na cama. Ela mandou Cíntia sentar na minha cara agora e obedientemente ela o fez. Passei a sorver daquela boceta gostosa, lisinha e perfumada. Samara sentou no meu pau e começou a cavalgada. Enquanto isso elas se beijavam muito, cheio de tesão. Uma gemendo pra outra, uma alisando a outra. O cheio de sexo estava dominando aquele quarto e o prazer dos três poderia ser visto até da lua. Samara gozou rapidinho e Cíntia melou minha cara com o seu gozo.

Samara acelerava a cavalgada, Cíntia rebolava ainda mais na minha boca e eu chegaria ao clímax logo. Anunciei o gozo e Samara rapidamente desceu do meu pau. Punhetou rapidamente e puxou a boca de Cíntia para perto. Um convite forçado ao meu leite. E assim aconteceu. Comecei a gozar gostoso, enquanto Cíntia e Samara recebiam os jatos quentes de porra no rosto, pra todo lado. Samara, mais afoita, começou a abocanhar meu pau mesmo antes de eu terminar. Mas foi muito bom, confesso. Quando meu leite cessou, ela ainda aproveitou para lamber a cara da empregada, buscando os vestígios do meu sêmem. Só assim ela saciaria a sua tara por porra. Cíntia saiu de cima de mim e as duas deitaram na cama, satisfeitas com a trepada deliciosa.

O fato é que essa história rendeu ótimas aventuras. Eu, minha namorada e a empregada.