Faminta de porra

Estavam no apartamento dela aquela noite.

Ela era loira, os olhos verdes. e um lindo corpo. Ela não era magra, era cheinha, de formas redondinhas, mas não era gorda. Era gostosa, isso sim, muito gostosa… Que sorte que ela olhou para ele, correspondeu à paquera, aceitou os convites. Ele não era um cara feio, mas aquela loira era obra dos deuses.

Depois de um bom jantar (ela cozinha bem!), os dois se sentaram no sofá, um do lado do outro, e começaram a conversar. Ele não queria muito papo, queria a loira de sobremesa, e ela também não parecia a fim de conversar, fumando um cigarro.

Mas antes dele tentar fazer qualquer coisa, ela sorrindo pra ele começou a abrir o zíper da sua calça. Ele não esperava por isso, assim, no seco, sem um beijinho? Não que ele fizesse muita questão, mas sabia que mulheres gostam de preliminares. Bom, aquela não gostava.

Assim tão rápido, ele nem duro estava. Mas ela não se incomodou, e lentamente começou a massageá-lo com a mão. Ele se sentia cada vez mais excitado, e tentou tocá-la, mas ela sempre olhando pra ele, fez que não com a cabeça.

Ao ver o pau dele duro, abaixou-se e começou lentamente a passar a língua na cabecinha, sem pressa, percorrendo suas curvas, sentindo seu gosto. Ele fechou os olhos e se entregou, batendo uma enquanto ela brincava com a língua.