Festinha no sofá com a shemale

Thaís Green – Shemale, 22 anos.

Marina Bittencourt – Mulher, 20 anos.

*Olá, vou contar um fato que aconteceu comigo. Prazer meu nome é Marina Bittencourt, mas conhecida como Mah. Certo dia eu fui a uma festa próxima a casa em que eu morava com minha família, fui sozinha a festa, pois ainda não tinha amigos no local em que estava morando. Era uma festa cheia de jovens adolescentes e pessoas com a mesma idade que a minha. Eu bebi alguns drinks e fiquei em um canto dançando solitariamente, enquanto percebia alguém me observar de longe, aparentava ser uma mulher muito bonita. Branca, cabelos pretos e longos, de altura média e um corpo bem malhado.

Eu sou uma mulher, não costumo me impor limites ou definições, mas de acordo com a sociedade, eu sou uma heterossexual muito curiosa. Naquela noite eu já estava tonta de tantos drinks fortes, comecei a dançar sozinha, me embalando no ritmo da música, quando de repente a mulher observadora se aproxima de uma forma ligeira, então eu a olhei nos olhos e ela também me encarou secamente, para quebrar o gelo daquela situação, eu sorri e a cumprimentei, ela me cumprimentou de volta e perguntou se eu estava acompanhada, eu a respondi dizendo que tinha ido sozinha para a festa, em busca de uma boa companhia, então ela sorriu do que eu disse e me falou que poderia ser minha companhia, já que os amigos dela não tinha ido para a festa, e nós duas estávamos sozinhas, nos juntamos, e fomos para o lado mais calmo da festa, sentamos em um sofá, num lugar bem vazio, não tinha ninguém naquela parte, as pessoas estavam bebendo e dançando no lugar principal da festa. Quando nos sentamos, ela perguntou meu nome então eu disse e falei que ela poderia me chamar de Mah, então perguntei o nome dela, e ela respondeu Thaís. Ela me perguntou se eu morava perto dali, eu respondi que sim, e não me interessei em perguntar onde ela morava, portanto ela continuava me fazendo perguntas e uma delas era perguntando qual era minha opção sexual, eu respondi que era heterossexual, mas que também era muito curiosa e bem disposta a novas experiências, e perguntei se ela era hetero também, ela abaixou a cabeça e deu um sorriso muito irônico, ela levantou a cabeça e olhou nos meus olhos, disse-me que era shemale, eu sorri e disse que nunca tinha ficado com shemale, mordi meus lábios e ela ficou me olhando dos pés a cabeça. Fiquei um pouco sem graça naquele momento por não saber qual atitude tomar, já estava um pouco fora de si por conta da bebida alcoólica. Aquela shemale era muito atraente, tinha seios siliconados e com um decote muito tentador, ela usava um vestido bem colado, um salto alto. Eu estava com minha roupa de costume, aquela blusa coladinha e aquela saia jeans, gostava muito de usar calcinha fio dental, e não usar sutiã, eu sou bastante provocadora, e adorava usar aquelas roupas para ir às festas. Perguntei, num tom provocativo, se ela gostava de loirinhas e em seguida eu abri um sorriso de lado bem safado mesmo. Ela me respondeu que adorava uma loirinha, ainda mais safadinha como eu, eu fiquei calada após ouvir isso e fiquei mordendo meu lábio inferior olhando para ela com uma cara de vadia. Ela percebeu que eu estava afim de uma experiência com ela naquele momento e se aproximou de mim e deu inicio a um beijo tão quente e excitante. Retribui o beijo de uma forma intensa. Foi um beijo tão gostoso, nossas línguas se entrelaçaram intensamente, um beijo que me excitou e me arrepiou. Durante esse beijo ela posou uma das mãos dela na minha barriga e acariciou, eu fiquei tão arrepiada, tão molhadinha, a cada carícia dela na minha barriga. Após esse beijo na boca, ela começou a beijar e a passar a língua no meu pescoço, eu suspirava fortemente. Fiquei ali sentada, um pouco arreganhada, passiva para ela… Senti a mão dela apertando meu seio por cima da minha blusinha, eu comecei a alisar o dela também por cima do vestido mesmo. Eu olhava para ela, passivamente, com aquela carinha de cadela. Ela levantava minha blusinha, e deixava a amostra meus seios médios e durinhos, ela chupou de uma forma tão insana, que eu revirei meus olhos e me arrepiei outra vez, senti os bicos tão durinhos e tesudinhos, suspirei profundamente. Ela parou e perguntou se eu era virgem, eu disse que não, que era profissional em foder. Ela começou a tirar o vestido, então a ajudei a tirar aquele vestido, ela já se encontrava com os seios de fora e a parte de baixo era apenas uma calcinha escondendo um caralho de tamanho absurdo. Eu comecei a chupar os seios dela, ela pegou pelos meus cabelos com força e mandou-me mamar o caralho dela. Enquanto ela estava sentada toda relaxada no sofá, eu me levantei e me ajoelhei na frente de onde ela estava sentada, me encaixei na frente do sofá, ajoelhada, e comecei a cheirar a calcinha dela, onde estava marcado a jeba dela. Então, ela puxou e me dominou pelos cabelos outra vez, ela mesma abaixou a calcinha e deixou o caralho para fora, me dominando e pressionando meu rosto em direção a ele, então cai logo de boca aberta naquela rola dura e grande, chupei tão gostoso, passei a língua na cabecinha da rola dela para provocá-la, depois me entalei tentando botar tudo dentro da minha boca. Mamei loucamente, num ritmo de vai e vem, depois ficava passando a língua e olhando para o rosto dela enquanto ela mandava-me chupar sem parar, eu chupei até ela encher minha boquinha de um pré-gozo, eu chupei muito, ela ficava louca gemendo. Depois desse boquete maravilhoso que paguei pra ela, eu me levantei e ela apenas fez subir minha saia e afastar minha calcinha pro lado, me pedindo pra sentar com a bucetinha em cima do caralho guloso dela. Eu estava tão louca de tesão que sentei rapidamente e senti a rola dela engolir minha bucetinha. Foi tão gostoso, deslizar com a buceta, naquele pau molhadinho e babado por mim. Fechei os olhos e comecei a quicar bem forte, gemi alto e ela também, nossos gemidos foram intensos e excitantes. Eu que já estava bem molhada e aquele pau também, o encontro daquela rola com minha buceta era fácil, o caralho se aprofundava na minha vagina de uma forma gostosa, e eu só tinha vontade de calvagar e quicar forte ali.

Após eu sentar muito na rola dela, era minha vez de receber um oral bem excitante, eu sai de cima dela e me sentei arreganhada no sofá, enquanto ela se levantou e ficou na mesma posição de quando eu mamei na rola dela. Ela puxou minha calcinha e minha saia pra baixo, deixando no nível dos meus pés, então fiquei peladinha para ela. Ela caiu de boca na minha buceta, chupou e sungou meu grelinho depois massageou bem forte, e eu gemendo e revirando os olhos descontroladamente, sentindo um tesão filho da puta, quase gozando. Tentei não gritar alto, pelo tesão que sentia para não chamar atenção das pessoas que estavam na festa, então ela colocou a mão na minha boca e abafou meus gemidos enquanto voltava a chupar minha bucetinha, depois tirou a mão fechando minha boca e enfiou dois dedos na mesma para eu chupar. Eu chupei com tanta vontade os dois dedos dela que estavam em minha boca, passava a língua provocando, enquanto ela tava dando línguadinhas no meu grelo, me deixando muito louca e cachorra de tesão. Ela tirou os dedos da minha boca e começou a dedar minha bucetinha, ainda dando línguadinhas no meu grelo, eu fiquei com tanto tesão, que comecei a rebolar de olhos fechados nos dedos dela, e num tom de sussurro eu disse que ia gozar, quando senti um tesão de explodir eu gemi alto e disse que estava gozando, xinguei ela e gozei tão gostoso, foi um prazer inigualável. Depois que ela me chupou daquele modo, eu me levantei e fui fazê-la gozar. Tirei minha saia e minha calcinha que estavam enganchados em minhas pernas e empurrei-a para que ela sentasse no cantinho do sofá enquanto eu me deitava no sofá, de bruços, com meu bumbum bem empinado, fiquei com a cabeça em direção a rola dela, comecei a mamar novamente, pedindo para ela gozar. Quando eu mamei naquele caralho novamente, ela se levantou em seguida e me deixou ainda deitada de bruços, com meu bumbum bem empinado e gemeu chamando meu nome e começou a esporrar leite no meu rabinho gostoso, eu mordi meu lábio inferior e senti um tesão tão filho da puta, sentimos um prazer único e inexplicável. Depois que ela esporrou muita porra quente no meu rabo, começou a dar chibatadas com aquele caralho sujo e melado no meu bumbum e depois na minha bochecha, eu me levantei do sofá, dei aquele sorriso de putinha satisfeita, e ela retribuiu o sorriso e, pegamos nossas roupas, e nos vestimos e fomos ao banheiro nos limpar e trocar algumas idéias. Não tocamos no assunto do qual tínhamos acabado de fazer e conversamos sobre tantas coisas interessantes. Eu me apaixonei totalmente por aquela mulher ou aquele homem, tanto faz, só sei que conseguir um prazer inesquecível com essa shemale, nós dançamos a madrugada inteira após aquele sexo tão gostoso e experimental.

Eu nunca tive uma experiência com shemales, ou seja, travestis, e posso dizer que naquela noite eu tive umas das melhores experiências da minha vida. Foi tão intenso. Por isso não tenha medo e arrisque seus momentos. Você pode encontrar o prazer inigualável em algo que nunca imaginaria encontrar, rs.