Aproveitando com o vizinho na praia

Olá, me chamo Ane Barbosa, tenho 18 anos, sou heterossexual, loira de cabelos longos e lisos, tenho 1,65 de altura, tenho um corpo malhadinho, meus bumbuns são avantajados e tenho seios médios que são siliconados. Freqüento academia há três anos. Adoro ir a praias e gosto de me arriscar em aventuras sexuais.

Olá, me chamo Léo Piracema, tenho 24 anos, sou heterossexual, moreno de cabelo curto, barba bem feita, tenho 1,78 de altura, porto um corpo bastante escultural, devido à academia que freqüento há seis anos. Gosto de sempre estar freqüentando praias e indo atrás de mulheres.

Ane e Léo são vizinhos recentes, Léo se mudou para o mesmo bairro que Ane há três meses, moram na mesma rua e se falam e se cumprimentam sempre que se vêem.

Numa manhã de sábado às 9hs, Ane decide freqüentar a praia mais próxima de sua casa, com roupas bastante abusadas, porém simples, vai sozinha. Chegando lá, coloca uma simples toalha na areia branca e solta, tira seu short e sua blusinha, apenas exibindo seu biquíni extremamente pequeno e adentrado dentro da bunda em seu corpo malhado, se senta em cima da toalha, e fica bem focada na paisagem e na praia bastante deserta. De repente, chega Léo, que se mudou recentemente para o mesmo bairro que ela, para casa ao lado. Ela fica surpresa ao ver Léo, e abri um leve sorrisinho. Ele ao vê-la, abaixa a cabeça e dá um leve sorriso também, tentando se aproximar dela. Ela com uma mente bastante safada, encantada pelo físico do Léo, se deita emborcada na toalha empinando todo o seu rabo. Ele logo morde os lábios ao ver esta cena e tira a bermuda e fica vestido com uma sunga branca mostrando toda a marca da sua pica. Ele, nada bobo e atraído também pela loira gostosa, se aproxima rapidamente e cumprimenta ela, mas com o olhar fixado totalmente no rabo dela. Ela vai e levanta para cumprimentar normalmente ele, e ele fica apenas observando-a e em seguida pergunta para ela: – Tudo bem, Ane? Curtindo uma praiana sozinha? Quer que eu fique como sua companhia? Adoraria e seria o maior prazer! – Ela, logo responde: – Tudo melhor agora, Léo! Sim, estava curtindo sozinha, mas agora que você chegou, não ficarei, mas sozinha. Prazer, digo eu! Continue lendo “Aproveitando com o vizinho na praia”

Sexo no banheiro da boate

Bom, certa vez marquei de ir a uma boate com umas amigas, que por sinal estavam bastante animadas. Chegando lá, percebemos que a boate estava muito lotada, mas assim não desistimos de entrar. E quando entramos avistamos bastante gente bonita e gostosa, dançando, além do sorriso no rosto com um corpo de bebida alcoólica, que começava a deixar todos animados e quase fora de si. Eu e minhas amigas pedimos imediatamente um bom Whisky, na medida que íamos bebendo e conversando, começávamos a nos soltar ao som da música que tomava conta do nosso corpo naquele momento. Depois de muita conversa com as amigas, eu avistei um homem com um corpo escultural, lindo e muito gostoso, eu dei logo inicio a uma certa troca de olhares com ele, fiz ele perceber que eu poderia oferecer algo à ele naquela noite. Quando acabei me distraindo, despercebidamente ele se aproximou de mim, nos conhecemos rapidamente, dai então ele começa a beijar meu pescoço, e eu começando a ficar louca com aqueles beijos arrepiantes. Em seguida, sem avisar as minhas amigas, eu puxo a mão dele e vou em direção ao banheiro da boate, entro no banheiro com ele, numa cabine pequena e apertada, começo a beijar a boca dele loucamente, puxando os cabelos dele, depois ele me pega de jeito e começa a apertar meus seios, e vai descendo a mão alisando a minha barriga, eu levanto meu vestido, e mostro minha bct pra ele, ele coloca dois dedos dele pra eu chupar e em seguida ele enfia dentro da minha bctinha, eu começo a gemer abafadamente, bem gostoso.

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Sexo casual muito gostoso

Natasha Love, 22 anos, heterossexual, morena de pele clara, cabelo liso longo e clareado em tom loiro, 1,62 de altura, coxas grossas, bumbum grande arrebitado, abdômen definido, seios médios siliconados, boca carnuda e olhos cor de mel.

Chad Nyack, 25 anos, heterossexual, bem sucedido financeiramente, africano nato, cabelo bem aparado, 1,80 de altura, porte físico malhado, pênis 23 centímetros, olhos negros.

Natasha é uma mulher bem instruída, e conhece o Chad através de uma noite em uma boate. Os dois trocaram contato e assim manteriam um contato através do celular. Quando certo dia marcam para se encontrarem na casa luxuosa dele. Assim, Natasha segue as instruções do endereço da casa do Chad, e chega lá, sem erro algum. Quando o Chad abre os portões, vê aquela bela putinha se aproximando, então, a chama para entrar, em seguida, basicamente se cumprimentam. Subindo para a cobertura, vão para a área da enorme piscina. Natasha sentava numa cadeira muito confortável, enquanto Chad preparava dois bons drinks para os dois. Quando logo, Chad aparecia com dois drinks que era de dar água na boca, naquele momento. Natasha aceitava e sorria, e então, Chad sentava numa cadeira que se encontrava ao lado da mesma que Natasha permanecia sentada. Chad olhava inocentemente para as coxas expostas que a Natasha tinha, e ela logo percebia e provocava alisando-as mesmas. Ele tirava o olhar das coxas e falava: Bom, o que você gostaria de fazer hoje? Vamos nos divertir bastante não? Da um mergulho nessa piscina, o que acha? – Natasha sorria maliciosamente e respondia num tom seco e quase sussurrante: Percebo que iremos ter muito que fazer hoje acompanhado de muita diversão, Chad. Ainda bem que já vim com os trajes de banho de piscina, meu biquíni. Posso tirar meu vestido aqui mesmo, já estou pronta para dar um mergulho aí com você! – Ela colocava o copo do drink em uma mesa que avistava a sua frente e ficava de pé e falava: Que tal você me ajudar a tirar meu vestido? – Chad respondia num tom muito safado: Ah, claro, que pode tirar seu biquíni aqui, sem problemas, te ajudo! – Então Chad se levantava e ficava atrás dela, abrindo o zíper do vestido, e ela abria um sorriso malicioso de lado, e ele um pouco nervoso, após abrir o zíper ele abaixava o vestido da mesma e via aquela bunda gulosa de fora, coçava a cabeça e voltava a se sentar, admirando o corpo dela. Ela terminava de tirar o vestido e colocar em cima da cadeira, e olhava provocadamente com um olhar fixo e profundo para ele, ele retribua e piscava. Ela se sentava na borda da piscina. Chad se levantava da cadeira e tirava a camisa dele, e a bermuda, pois já se encontrava de sunga, e corria para se sentar ao lado dela. Os dois trocavam um olhar inconfundível. Natasha levava a mão direita até o rosto do Chad, acariciando o mesmo, e Chad levava a mão direita na nuca dela e puxando o rosto para se aproximarem e davam inicio a um beijo gostoso de língua.

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Fodendo a secretária

Maria Calloni, 20 anos, é uma mulher muito atraente, consegue enfeitiçar visualmente as pessoas que a rodeiam. Mulher de um corpo magnifico, de pele morena e físico robusto. Maria ocupa o cargo de secretária numa microempresa de sorvetes. O chefe de Maria, agora entra na nossa imaginação. O chefe que se chama Ian Miles com 30 anos de idade é um homem bastante atencioso que costuma chamar total atenção das pessoas por seu corpo malhado e definido, o charme que dispõe é estar vestido socialmente no ambiente profissional. Maria, uma mulher observadora sob as ações do seu chefe, fazia o seu trabalho e nunca teve algo a mais com o chefe. Ian sempre foi um bom profissional, porém ocultava o seu desejo por secretárias.

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Entrega a Marilda

Marilda era mulher de postura firme. Formada em administração na melhor faculdade federal, veio tornar-se executiva de sucesso. A carreira custou-lhe muito esforço, abdicou de um noivado e alguns relacionamentos, quiçá, rendessem-lhe um esposo, ou uma família, quem sabe? Era seu aniversário. Trinta e seis anos, logo, sua maior crise depressiva.Ninguém havia lhe cumprimentado, as ocorrências no serviço eram as mesmas corriqueiras do cotidiano de uma diretora executiva. Entrou e saiu do trabalho do mesmo modo habitual de todos os dias. Nem um aceno, sorriso ou beijo na face. Repetiram-se os insípidos “Bom dia Dra. Marilda”. Porteiros, seguranças, recepcionistas, secretárias, amigos da executiva, antigos namorados, irmãos, tias do interior, nem mesmo sua mãe lembrara. Traidores!

Ninguém! Era pouco, ou seja, muita solidão para um ser humano dedicado, mesmo sendo a carreira o fruto único da dedicação.
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Rapidinha, por Fran

Tinha dois dias que eu tinha terminando com o Léo. As coisas ainda estavam recentes, mas decidi que não iria chorar e que minhas amigas estavam certas. A hora era de badalar. Peguei um vestido que o Léo havia apelidado de “vestido da discórdia”, por que ele ressaltava todas as curvas e detalhes do meu corpo. Nunca tive o corpo marombado, mas seios, coxas e bumbum faziam a orquestra perfeita no meu corpo de brasileira e quando eu usava aquele vestido, sempre chamava a atenção. Decidi que seria com ele que badalaria aquele dia.
Marquei com as meninas no barzinho por volta das 22:00. Senti-me meio deslocada, afinal, depois de um namoro de 6 anos, já não sabia nem como era sair sozinha. Mas estava disposta a curtir. Quando cheguei, avistei todas numa mesa mais isolada, no canto esquerdo do bar, do lado oposto do som, já sobressaltas. Pela quantidade de bebidas, logo percebi o porquê. Mal perceberam minha presença, começaram a gritar por meu nome, o que chamou a atenção das pessoas que estavam nas mesas ao lado. Abracei uma por uma das cinco que me esperavam e uma delas já me entregou o copo de vodka para “início” dos trabalhos, como bem definiu.
Entre um copo e outro de vodka, decidimos ir para a pista, dançar. Estávamos curtindo muito quando, repentinamente, senti um solavanco no meu braço esquerdo. Doeu. Virei pronta para brigar, quando me deparei com aquele moreno lindo, cabelos lisos penteados para trás com gel, olhos claros, boca carnuda e um corpo escultural, vestido numa calça jeans, uma camisa que só tinha a parte da frente colocada por dentro da calça, com mangas dobradas até o cotovelo, uma sapatênis cor gelo com detalhes em azul e vermelho, num estilo despojado chique mais lindo que eu já tinha visto. Fiquei sem fala. Ele me perguntou se machucou e imediatamente balancei a cabeça afirmando que sim. Ele me puxou para um canto e quis saber onde exatamente tinha machucado, quando finalmente despertei daquele transe. Expliquei que não tinha sido nada, apenas um choque à toa, mas ele insistiu em ver meu braço. Mostrei o local meio avermelhado e ele me pediu mil desculpas e solicitou ao garçom um copo com um pouco de gelo, para passar no local. Achei tudo um exagero. Havia sido um choque comum, nada exagerado. Ele perguntou a um pessoal do lado se poderia puxar uma das cadeiras e me fez sentar ali mesmo, enquanto esperava o garçom com o gelo. Cuidadosamente, colocou o gelo sobre o local avermelhado e, só então, se apresentou. Seu nome soou como música: Fábio. Apresentei-me também e começamos a conversar sobre assuntos variados, enquanto ele acariciava delicadamente o meu braço no gelo e aquelas carícias produziam uma sensação que eu não estava acostumada a sentir há tempos.
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A moça da quitanda

E era na verdade uma sensação estranha que enfrentava, uma mistura de medo com prazer, mas não havia pudor em questão, o medo era mais em saber que o caminho era sem a possibilidade de volta. Adiante estaria aquele trabalho registrado indelevelmente em sua vida, estaria fechada a porta de poder apagar seu passado algum dia caso assim quisesse. No camarim de estrela com seu nome pensou na moça do interior que despertava a tara dos abastados que passavam de caminhonete na frente da quitanda do pai. Entre as cores e cheiros das frutas adorava desfilar com o vestido rodado feito pela tia, e ela moça sorria de vergonha sempre afeita de um absurdo frescor casto.
Agora era diva, poderosa, requisitada em shows nas casas noturnas, mas e as saudade dos pais? E o futuro sem a família católica que não a aceitava e não a entendia? E, não era um medo recheado de pudor, era mais do que isso.

Adorava sim as jóias caras e os presentes que ganhava, mas era quão prazeroso o bolo de fubá da mãe e o café quentinho da fazenda.
Sentia-se satisfeita mesmo quando a vó falava com orgulho da neta, que esta se formaria doutora em bichos. E tenho dito, terminava a velha.
Começou nessa vida quando ainda tinha que pagar os estudos na faculdade, uma amiga que “ganhava bem” lhe deu a dica. E ela foi, seu primeiro programa foi com um mancebo virgem, até gostou e quase gozou, pensou que não seria tão difícil, muito embora trabalhos seguintes lhe deram o choque de realidade, sendo assim, teve que tratar com todo o tipo de gente, eventualmente, alguns casais e até com os clientes tarados de gostos escatológicos, mas que sempre pagavam bem.
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