Meu tio fode gostoso

Meu nome é Fernanda  tenho 19 anos, sou morena clara, tenho 50 kg distribuidos perfeitamente em 1,60 de puro tesão, sou muito simpática e gosto de conversar com todos sem exceção. Numa certa manhã acordei e logo avistei meu cachorro tristinho vendo ele naquele estado levantei rapidamente e tentei dar comida á ele mas ele não comia, sismada com o que poderia estar ocorrendo com meu animal de estimação liguei em uma clínica veterinária e agendei uma consulta, a consulta foi marcada para ás 6 horas da tarde e nisso já se passava das meio dia então fui fazer meus afazeres e terminei as 5 horas e prontamente fui tomar um banho e me arrumar, terminando isso peguei o Fred e seguimos em direção a clínica, chegamos as 6 horas em pontinho, com isso só tinha meu cachorro pra ser atendido porque a clínica fechava as 6:30. Sentei com Fred até o veterinário vir chamar, peguei uma revista e fiquei folheando, não demorou 10 minutos e avistei um homem forte, de cabelos negros e pele clara e muito sorridente por sinal, então ouvi ele dizer “Fred?” ai levantei da cadeira e segui em sua direção, parei na sua frente e disse – Olá doutor, sou a dona de Fred. e ele com aquele jeito meigo e safado de ser me mandou entrar, em seguida fechando a porta e ficando só nós em seu consultório, ele pegou o Fred do meu colo e começou a examina-lo e logo me chamou pra ajudar a segurar o animal, como eu não sabia como segura-lo pedi que me orientasse e assim foi feito, ele veio por trás de mim e segurou minhas mãos colocando nos pontos certos que deveria segurar, nisso fui um pouco pra trás e precionei a bunda em seu pênis encaixando-o perfeimente no meio da minha bunda e logo senti que o membro do meu doutorzinho estava ficando duro então rebolei com força pra ele sentir que eu estava interessada, com isso o doutor saiu de trás de mim e foi para fora e demorou um pouco pra voltar então deixei Fred na maca e fui até a porta que estava semi-aberta e ouvi o doutor falando para sua secretária – Luana, pode ir embora vou demorar com esse paciente pelo fato dele estar muito mal, deixe a chave encima da mesa que eu fecho tudo e amanhã abro a clínica cedo. Continue lendo “Meu tio fode gostoso”

O professor de reforço

Bom me chamo amanda , sou loira , tenho 1.65 de altura , peitos pequenos , bumbum médio , boca pequena mais carnuda , olhar bem marcante , sou um tipo de novinha bem gostosinha ao olhos dos homens tarados ! o que rolo comigo , com antes de chaga as fereias estava em tempo de prova mais tinha um novo professor de reforço na escola bom sou bem safada é queria ser a primeira foder com aquele homem tezudo , eu com meus 18 anos ele deve ter 25 anos mais bem gostoso , moreno magro corpo definido boca carnuda , homem que toda novinha quer , bom tudo começo quando marquei com ele de ir estuda bom demoro uma semana , quando passava perto dele minha calcinha já ficava molhadinha minha boceta só faltava descolar de mim é pular nele nossa aquele homem era uma dlç , bom na sexta feita já estava tudo planejado , agente se encontro na frente da escola , eu disse que tinha esquecido meus cadernos na minha casa que era uns quadra bem perto dali , e convidei ele pra ir pra minha casa , ele na hora topo , eu falei que meus pais não estavam em casa e ia volta só bem mas tarde , bom andamos um pouco assim que chegamos em casa ele disse que era linda , eu pensei linda quero eu senta na sua pika gostoso , ele foi sentando na cadeira , pra me espera , e ficamos um olhando pro outro , ate que ele falo .
– Não vai pega seus cadernos pra agente começa ?
– Vou sim ja tinha ate esquecido ! dei uma risada alta , e levantei da cadeira Continue lendo “O professor de reforço”

Amarrada, vendada e…

Meu nome é Sofia, sou uma estudante universitária de 19 anos, bastante alta, magra, com cabelos longos e castanhos.

Quero contar para vocês o que aconteceu comigo há algumas noites.
Estava em casa, esperando meu namorado. Era um tempo que não tinha me encontrado com ele e estava com um desejo de ser fodida que vocês não têm idéia. Estava pensando em como eu poderia deixa-lo louco quando ouvi a campainha tocar.
Estava vistindo um espartilho com suspensórios em renda preta e saltos, fui para abrir a porta e encontrar meu namorado.
“Eu tenho uma surpresa para você. Esta noite eu quero tentar algo novo, você tem que confiar em mim completamente, embora!” me e, em seguida, me jogou imediatamente contra a parede e me beijou.
“Eu confio em você”, lhe digo.

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A dançarina

Conheci Marcela numa casa noturna de São Paulo. Ela era uma das dançarinas que ficava numas plataformas, meio que servindo de decoração. Eu estava acompanhando meus amigos, pê da vida, e, sem pretensão alguma, perguntei a ela como ela aguentava ficar tanto tempo alí, com aquele sorriso nos lábios o tempo inteiro. Foi o ponta-pé de uma conversa que me rendeu seu telefone.

A convidei pra sair na semana seguinte. Quando ela atendeu, me deu uma bronca por não ter ligado antes. Rimos disso, e novamente nos perdemos numa conversa. Como o telefonema estava durando, e nós não morávamos longe, achamos melhor nos encontrarmos num lugar no meio do caminho entre nossas casas.

Ela estava linda num vestido preto básico e salto alto. Suas formas perfeitas ficaram evidentes naquele modelo. Tomamos umas bebidas e desandamos de conversar. Depois de algum tempo pousei minha mão sobre a dela. Daí a um beijo foi um instante.

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Meu amigo da pós-graduação tirou meu atraso

Sou uma mulher bem autêntica e decidida no auge dos meus 24 aninhos. Faço pós em uma faculdade além de me sustentar. Com tanta coisa na cabeça acabei ficando com uma vida sexual inativa. Não sou de me masturbar e fazia tempo que não transava. Havia namorado com uns garotos e até beijado umas garotas, mas isso tinha sido a muito tempo atrás, eu estava em outra vibe agora.

Meu amigo Marcos era a pessoa mais próxima de mim na pós-graduação. Éramos bons amigos, apesar do pouco tempo de convívio. Era ótimo estar com ele.

Certa noite saí pra beber e ver gente. Mas como de costume, exagerei um pouco. Marcos, que estava comigo, e não bebia, ficou preocupado disse que me levaria pra casa. Chegando no portão, ele logo viu que eu não teria condição nenhuma de subir a escada sozinha. Lembro de tropeçar nas minhas próprias pernas. Ele então me levou pra cima. Eu morava sozinha, numa pequena casinha alugada. Lembro de entrar pela porta e cair na cama. Apaguei!

Algumas horas depois acordei, era madrugada. Eu estava coberta e confortável. Me virei na cama e vi que estava ainda com o vestido que fui ao bar. Em seguida percebi que Marcos estava lá, encolhido na beira da cama. Provavelmente tinha ficado com medo de eu passar mal, mas acabou adormecendo.

Eu não sei se estava ainda bêbada, ou louca. Mas fui acordá-lo dizendo “ei, você não está com frio?”. Marcos se virou, ainda sonolento, meio grogue e disse “o que… que foi?”. Eu o vi daquele jeito, desprotegido. Aproveitei a chance e lhe dei um belo de um beijo na boca.

Ele: Sa… Sam… Samantha?
Eu: Shhhhhhh (pondo um dedo sobre seus lábios)

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[Artigo] O local onde o cara gosta de gozar diz muito sobre ele

Você sabia que o local onde o cara gosta de gozar diz muito sobre a sua personalidade? Conheça e entenda o comportamento do parceiro através dessas dicas

 

Foi-se o tempo em que bastava um beijo para sabermos qual era o estilo do homem e conhecermos sua “pegada”. Agora as coisas vão bem mais além. Aposto que você não sabia que o local onde o seu parceiro gosta de gozar diz muito sobre a sua personalidade!

Na verdade, isso dependerá muito das circunstâncias na qual foi desenrolada a ação e o combinado de ambos, afinal, nenhum dos dois pode fazer nada que o outro não queira. Respeito em primeiro lugar, sempre! Não importa como aconteceu o orgasmo: seja durante a penetração, ele ou você o masturbando ou no sexo oral – uma hora ou outra a excitação dele irá extravasar. Continue lendo “[Artigo] O local onde o cara gosta de gozar diz muito sobre ele”

Meu ginecologista me comeu no seu consultório

Como faço semestralmente, já que tenho uma vida sexual bem ativa, marquei com minha Ginecologista, Dra Priscila para exames de rotina, sempre bom né. Passei normalmente ela solicitou exames para avaliar e assim fizemos. Meu nome é Camilla tenho 35 anos ou alta, 177 por 73 kilos. Sou branca, ruivinha seios durinho e bunda firme. Tenho um filho e sou separada. Na época desse relato eu tinha 30, quase 31 anos.
No dia marcado peguei os resultados de meus exames e fui mostrar para a Dra. Chegando lá a recepcionista me avisou que a Dra havia viajado por urgência e as pacientes que não deu tempo de avisa (meu caso, por exemplo) o Dr. Thiago estava atendendo para ela ou eu poderia remarcar. Como não estava sentindo nada e era apenas rotina, decidi passar com o Dr. Thiago, que na verdade eu não conhecia. De repente ouço chamar meu nome, entro na sala e para minha surpresa o Dr. Thiago era ‘o Doutor’… Um homem de uns 45 anos, mais ou menos 1,84 de altura. Cabelos um pouco grisalhos. Corpo muito atraente e um olhar que me esquentou todinha… Pronto já estava desejando o pobre medico kkkk.
Assim que entrei na porta, ele apontou a cadeira e muito cordial disse: sente-se e fique a vontade, que bom que não correu de mim. Eu sorri e disse por que doutor: eu deveria? Disse me insinuando discretamente. Ele respondeu: Não, não. É que algumas pacientes da Dra Priscila estão remarcando, acho que não gostam de passar com médicos, da pra entender.
Mas vamos lá e pegando meus exames foi logo abrindo analisando o resultado e eu olhando todo seu corpo… Olhando seu tórax, seus pêlos levemente saindo pelo jaleco, e em silêncio imaginado quantas coisas seria bom de fazer com esse médico, alias lembrei que nunca tinha transando com um médico, e sorri. Eu abaixava o olhar e percebia o Doutor olhando para mim por traz dos exames. Então finalmente o Doutor olhou para mim e percebendo que eu o olhava disse: Que bom que esta sorrindo, porque seus exames não deram nada, nenhuma alteração e isso é ótimo né. Eu estava ficando muito excitada, mas tentava me conter. Era inédito e perigoso como eu gosto. Então o Dr. Thiago disse: Camilla vai até o banheiro e tire toda a roupa, coloque o avental para que eu possa te examinar. Nessa hora percebi que meu desejo não ia dar em nada, afinal, ele estava ético demais, então respondi que tudo bem e fui me trocar… Assim que entrei no banheiro ouço o interfone tocar, era a recepcionista dizendo que eu era a ultima paciente antes do almoço e se ela poderia ir almoçar, pois estava com um ligeiro atraso. Ele disse que sim e pediu que ela batesse a porta principal, que tinha trava automática, que quando terminasse minha consulta ele também iria. Ela agradeceu e foi. Estávamos sozinhos na clinica!!!

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Brasil na Copa…

A abertura da copa com certeza foi inesquecível! Principalmente pra mim…

A cidade em festa, o povo em alegria, e muita gente na praça aonde o jogo ia ser televisionado. Imagine a cena, gringos, nativos, todos um só! Uma energia muito boa! Foi então q começou, a abertura com suas danças e apresentações, cada um foi para o sua mesa e a bebedeira foi geral, não pude deixar de notar, na mesa ao lado, uma loira, aproximadamente 28 anos, saia azul com estrelas, q com um corte lateral, mostrava as pernas torneadas, lindas e delicadas daquela moça de estatura baixa, aproximadamente uns 1,58m, mas com a barriga a mostra, malhada, camisa do Brasil estilizada, para mostar os seios (e que seios!!!), além da boca… Maravilhosa, linda, impecável.

Assim q o garçom serviu meu quarto Chopp não pude deixar de perceber q ela olhava para a minha mesa, ou seria pra mim? Antes q tivesse tempo de perceber, o garçom se baixou e falou bem perto de mim: – ei meu chapa, aquela mina ali não tira os olhos de vc, que tal passar lá depois? – com um tapinha nas costas e um sorriso, o garçom saiu antes q u pudesse falar algo. Acendi meu cigarro e voltei minha atenção para a mesa do lado, afinal, o jogo não tinha começado ainda e não queria vê-lo sozinho… Assim q nossos olhares se cruzaram, com uma leve mexida no cabelo, e um enorme sorisso, tive certeza q a hora certa de mudar de mesa era essa. Me levantei e fui até ela, com um sorriso no rosto e confiante em um sim, antes q pudesse falar algo, com um lindo sorriso ela se dirige a mim: – pode até sentar na mesa, mas cartão vermelho pro cigarro! – disse ela me mostrando pra sentar ao lado dela.

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Primeira experiência lésbica

Já havia tido fantasias – secretas, e nunca contadas a ninguém – com mulheres. Essas fantasias são muito mais frequentes quando eu me masturbo. Deito-me na cama com as pernas abertas, e começo a tocar no meu grelinho. Com a outra mão acaricio o meu seio, e viajo nas minhas imaginações secretas. Começo a imaginar que uma mulher está ali na minha frente, chupando todo o meu clitóris, e meu gozo é fácil e intenso. Também já cultivei a fantasia de estar numa piscina, num dia de sol, com várias mulheres. E que de repente todas começavam a colocar-se em top-less, e depois umas começavam a beijar às outras e a chupá-las.

Nunca havia pensado em realizar tais fantasias. Achava que uma experiência lésbica seria algo íntimo, só meu, apenas no imaginário, utilizado para quando quisesse dar uma boa gozada.

Já fui cantada por algumas mulheres, mas nenhuma delas me agradava. Uma era demasiado gorda, e a outra era demasiado masculina. Descobri que, apesar de não ser muito exigente em relação aos homens com quem dormia, com as mulheres acontecia completamente ao contrário: ela devia ser bela e sedutora.

Frequentei algumas casas gls, com um amigo gay. Ele ficou beijando na boca de um homem lindo e musculado que encontrou por lá, e eu fiquei sozinha no meu canto. Também me excito ao ver um homem beijando outro, apesar de não utilizar esse pensamento para ficar excitada enquanto me masturbo.

Conheci algumas mulheres, também nada interessantes. Uma tinha idade para ser minha mãe, e minha mente bloqueou. Foi então que conheci a Priscila, mais ou menos jeitosinha, um pouquinho machão demais para o meu gosto, mas mesmo assim era mais feminina do que aquelas que eu tinha encontrado por lá. Ela quis saber o motivo de eu querer uma mulher mais feminina, já que eu já era assim. Eu respondi: “Não me leve a mal, por favor. Mas se for para sair com uma mulher fantasiada de homem, prefiro estar com um homem de verdade.” Contei que tinha fantasias com outras mulheres, mas que não sabia se já estaria preparada. Trocamos números de telefone, e um dia marcamos de sair. Ela levou-me num bar gls. “Aqui a gente até pode se beijar, se quiser.” – ela disse me olhando nos olhos. Mas eu bloqueei e não consegui. Pedi desculpas e nunca mais nos encontramos.

Quando já nem mais imaginava que algo do género iria acontecer novamente, conheci a Sandra, no ginásio onde faço musculação. Ela é completamente feminina, tem o cabelo escuro, geralmente amarrado, cintura fina, bumbum empinado, peitos ligeiramente médios. Fazíamos o mesmo programa de pesos, então um dia ela puxou conversa. Nada demais… Apenas falamos sobre os programas que estávamos fazendo, sobre os horários que costumávamos ir, nada mais profundo que isso. Eu nunca tinha encontrado ela antes por lá, e ela dizia que frequentava o ginásio já tinha um ano, mas que costumava ir mais tarde, para a aula de localizada, e depois ficava para a musculação, até quase na hora do ginásio fechar. Eu disse-lhe que apenas ia às 19h, pois era tempo suficiente de sair do trabalho, arrumar algumas coisas em casa e ir malhar.

Não sei se foi propositadamente que ela mudou de horário, mas eu sei que comecei a vê-la todos os dias, e conversávamos sempre animadamente. Depois íamos para o duche. Uma das portas do duche tinha problemas, e as outras estavam ocupadas. Sem qualquer tipo de pudor, despi-me e tomei banho, e notei que ela me observava. Mas podia ser apenas alguma coisa da minha cabeça, então nem fiquei pensando muito naquilo. Ela ficou esperando eu acabar o meu banho, porque também queria tomar seu duche ali. Pediu que eu esperasse, que ela me dava boleia para casa. Ela despiu-se e seu corpo bem feito ficou ali, nu, na minha frente. Ela ensaboava-se toda, e ficava esparramando espuma por toda a cona, de forma exagerada. “Empresta-me seu condicionador?” – ela pediu, e, quando entreguei o frasco, ela acariciou as suas mãos molhadas do banho nas minhas. Ficou me olhando de forma insinuadora, mas ao mesmo tempo muito natural.

Quando ela me deixou em casa, fomos nos despedir e seu beijo tocou no canto da minha boca.

A partir de então, era sempre a mesma coisa, todos os dias. Talvez por eu ter falado tanto dos namorados que eu havia tido, ela nunca tinha tomado qualquer iniciativa clara, e eu até pensei que talvez fosse mesmo ilusão da minha cabeça.

Duas semanas depois era o show da Madonna, em Lisboa. Como duas fanáticas, decidíamos que não poderíamos perder. Foi uma dificuldade conseguir os ingressos, mas ela depois ligou-me, dizendo que tinha conseguido os últimos dois, e que então iríamos. Mas depois eu disse-lhe que talvez seria melhor ela convidar uma outra pessoa, porque ficaria muito tarde depois para voltar. “Não tem problema.” – ela disse. “Eu estou com as chaves do apartamento do meu irmão, que é lá em Lisboa. Ele está na França agora, e deixou-me o apartamento, para que eu tentasse arrendá-lo, mas eu primeiro tenho que trazer umas coisas pessoais dele que ainda lá estão. Fazemos assim: dormimos no apartamento dele e voltamos depois do almoço, tudo bem?”

Estava lotado, o que fez com que ficássemos muito encostadas uma na outra. Sua pele era macia e bem cuidada. Saímos de lá abraçadas, a cantarolar “Like a Virgin”. “Essa mulher é o máximo, não é? Com uma idade daquelas, e ainda tão cheia de energia!” – ela me dizia, e eu concordava.

Paramos para beber num barzinho, mas ela não bebeu muito, pois iria conduzir, e depois fomos para o tal apartamento.

Estava escuro e frio, mas era um apartamento simpático. Encaminhou-me até o quarto do irmão. Era um quarto de homem comum e solteiro, um pouco desorganizado e com um calendário de mulher pelada na parede.

– Acho que já nos divertimos imenso essa noite. É melhor irmos dormir… – ela disse.

Deitei-me na cama, e ela perguntou: “Vais dormir assim?” Eu disse que sim, pois havia me esquecido de levar roupa de dormir, mas que não havia problema, pois tanto a blusa que eu vestia, quanto a calça, eram de um tecido confortável.

– Não, não vais não. Acho que ainda deve ter algumas coisas do meu irmão aqui. – foi até o armário, que ficava do outro lado da cama, e puxou por uma camisola e jogou-a na minha direcção. – Deve ficar larga, mas é ainda melhor que dormir desse jeito que você está.

Tirei os sapatos e a calça, e vi seu rosto inclinar-se para a minha cuequinha branca, de renda. Não deu para fingir que eu notei o seu olhar, e ela então desviou: “Onde compraste essa cueca? É tão gira!!! Quero comprar umas iguais.”

Tirei a minha blusa e ela viu os meus seios, maiores que o dela, dentro do sutiã. Por um impulso inconsciente, virei de costas para tirá-lo, como se ela nunca tivesse me visto nua no banho.

Enquanto eu vestia aquela camisola, ela arrumava a cama, esticando os lençóis e depois indo buscar um grande edredon. Apesar de ter ligado o aquecimento, o quarto ainda não estava quente.

Saber que íamos ter que dividir a mesma cama deixava-me um tanto excitada. Mas eu não poderia fazer nada, a não ser que fosse ela a tomar a iniciativa.

Deitei-me de lado, de costas para ela. Dei-lhe boa noite e fingi que estava dormindo. Senti que ela se mexia muito na cama. De repente ouço-a perguntar:

– Carla, está acordada?
Pensei em fingir que estava dormindo, mas acabei por responder com voz de sono:
– Sim, estou…
– É que eu não estou habituada a dormir com roupa, mesmo sendo essa camisola do meu irmão. É que eu sempre dormi nua. Será que você se importa se eu tirar a roupa?
– Não, claro que não… Fique à vontade… – Tremi por dentro, mas brinquei para não demonstrar meu constrangimento: – Faça de conta que você está na sua própria casa…

Ouvi ela se levantar, e vi o vulto da camisola que ela tinha jogado para algures do chão do quarto. Não vi se tinha tirado a cueca, pois estava de costas. Mas já devia ter tirado… Nossa, e agora? Ela em poucos instantes estaria nua, bem do meu lado… Quando ela levantou o edredon, senti um arrepio, que não era apenas de frio. Ela deitou-se, e eu parecia sentir, mesmo à distância, o calor do seu corpo que exalava até ao meu. Tentei não me mexer, mas a verdade era que já não conseguia dormir. Ela não se mexeu muito, e ficou quieta depois de ter me desejado boa noite. Sentia que ela estava atrás de mim, e que não estava com a cabeça virada para o outro lado, e que até talvez estivesse me observando, mas não virei para constatar. Ainda pensei em dar uma viradela, como quem não quer nada, mas não o fiz.

Passaram muitos minutos. Talvez mais de uma hora. Eu continuava quieta. Fingia que dormia. Ela também estava quieta, e não se movia muito. Senti de repente que ela mexia no meu cabelo, muito de leve, como que para não me acordar. Fiquei ali sentindo aquela sensação gostosa, aquela excitação, sem mover um só músculo. Mas não aguentei ficar de estátua por muito tempo e, por descuido, acabei me movendo um pouco.

Senti sua mão sair do meu cabelo. Ela parecia ter se virado de barriga para cima. Passados mais alguns minutos ela virou-se para mim, e aproximou-se um pouquinho mais. Passou a sua perna direita por cima da minha, e viu que eu não me movia. Depois passou a sua mão por cima dos meus braços, até encontrar os meus seios, por cima da camisola. Todo o seu toque era muito leve, mas, mesmo assim, fiquei com medo dos meus seios ficarem com os bicos rijos, ou das minhas pernas ficarem arrepiadas. Um turbilhão de excitação parecia estar dentro de mim, como se meu sangue circulasse em grande velocidade.

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Minha doce (e deliciosa) amiga Bia

Eu tinha terminado com meu namorado e estava muito triste, por isso minhas amigas me levaram pra dar uma volta, fomos até um barzinho no centro da cidade.
Passou uma 1 hora mais ou menos e minhas amigas queriam ir pra uma balada, eu disse que não estava afim pq tava triste pelo fim do namoro e pedi para que me deixassem em casa. Bia (uma das minhas amigas) disse que era pra eu dormir na casa dela, que não ia me deixar sozinha naquela situação.
Agradeci sua gentileza, entramos no carro e as meninas nos largaram na casa da Bia que na verdade morava em um apartamento (sozinha).
Entramos no apartamento da Bia, sentei no sofá e ela me trouxe uma cerveja. Conversamos e bebemos um pouco. Liguei a tv e comecei a rodar os canais a procura de algo, de repente botei no canal da Playboy onde estava passando duas garotas fazendo sexo. Eu já tinha ouvido boatos de que a Bia ficava com meninas mas sempre tive vergonha de perguntar. Já um pouco alta da cerveja perdi a vergonha e finalmente perguntei se era verdade que ela já tinha ficado com garotas. Ela sorriu e me disse que sim, perguntou se eu nunca tinha ficado, eu respondi que não e ela disse que eu não sábia o que estava perdendo pq era uma delícia. Conversamos mais um pouco e de repente eu comecei a chorar (por causa do namorado e por causa da bebida). Bia me puxou junto a ela e me acomodou nos seus seios fartos e durinhos, colocou minha cabeça recostada neles enquanto acariciava o meu cabelo e dizia que tudo iria ficar bem.

– A Bia, vc é tão querida, não sei o que faria sem você. – Disse eu
De repente levantei minha cabeça e olhei nos olhos de Bia, ela tem olhos verdes. Me afastei um pouco e contemplei o corpo dela, as suas coxas grossas dentro daquele shot apertado, seu corpo lindo e seus cabelos lisos e pretos que contrastavam com sua pele branquinha e caiam em cima de seus seios fartos. Não sei o que deu em mim, puxei-a de encontro e a beijei na boca.
Ele me afastou e sorriu

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