Minha aluna de 19 anos ninfomaníaca

Em Abril, fui dar aulas em uma outra escola, num bairro não muito distante do centro. O perfil dos alunos não mudou, todos tinham entre 17 e 22, normal para uma escola técnica. Por motivos de reforma, os armários dos professores estavam localizados no corredor principal, onde os alunos também tinham acesso. Logo no segundo dia fui pegar meus livros e tinha um bilhete rosa dentro do meu armário que dizia: “finalmente um professor gato nessa escola”. Fiquei feliz com a recepção, mas o bilhete não estava assinado. Não sabia se vinha de alguma professora ou de aluna.

Os dias se passaram. Eu ficava tentando identificar quem seria a pessoa que havia escrito o bilhete. Buscava algum olhar mais atento, mas nem sinal. Até que apareceu outro recado no meu armário: “adorei sua roupa ontem. E essa barba fica muito bem em você, nunca tire! Pena que você não dá aula pra minha turma”. Bom, ao menos eu agora sabia que não dava aula pra ela, então podia procurar filtrando a partir desse dado. Passei a me concentrar nas alunas de outras salas, mas não deu resultado.

A maioria delas olhava de volta quando eu buscava seus olhos, mas nada que indicasse um interesse maior. Na semana seguinte, outro bilhete. “hoje eu não me aguentei, você estava lindo demais. Fui no banheiro e me toquei. Pena que não consegui gozar, alguém entrou e desconfiou. Mas em casa eu termino”.

Esse último bilhete, como vocês podem imaginar, fez minha imaginação ir a milhão. Fiquei maluco, não sabia como agir. Precisava descobrir quem era essa menina que estava mexendo com a minha cabeça. Mas duas semanas se passaram e nenhum outro bilhete apareceu. Já estava quase esquecendo o assunto. Achei até que alguém estivesse de sacanagem comigo. Alguém queria pregar uma peça no professor novo. É provável que seja isso, pensava.

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Apartamento 703

Conto escrito com Flavia Oliveira no Superela

Eu já estava mais que atrasada pra atender um cliente no 5° andar, o filho da puta inventou de fazer uma modificação no contrato com o seu sócio e eu, como advogada bem paga, fui lá verificar o que ele queria afinal! Entrei às pressas no elevador, e acho que era meu dia de sorte. Recebi um bom dia de um cara com aspecto de, no máximo, 35 anos de idade, perfume importado, bem vestido, chave na mão. Morador do prédio com certeza. Cabelo preto, alto, sorriso largo. Cara de safado. Não sei de onde veio o pensamento, mas ele tinha ar de dominador, pegada forte e safada!

Fazia meses que eu não transava, acho que isso já tava começando a influenciar meus pensamentos. Ele perguntou:

– Você mora aqui?
– Ah não não, vim apenas atender um cliente.
– E o que faz?
– Sou advogada.
– Ah, é mesmo?! Estou precisando de um advogado, será que poderia me dar seu cartão? Estou com uns problemas em alguns dos meus imóveis, sou construtor. Prazer, meu nome é Eduardo!
– Prazer, sou Maya, aqui está meu cartão! Eu fico aqui, tchau!

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5 posições de sexo anal que você ainda não fez

Nada mal experimentar novas sensações na transa… Ainda mais quando elas são muito prazerosas!

 

1. Os iniciantes

Fique de costas para o gato, como se fossem deitar de conchinha e encolha suas pernas no peito. A sensação de segurança com o seu parceiro atrás de você vai te ajudar a relaxar, além de tornar a penetração mais fácil para ele. Peça para que o boy converse (com palavras sexy, claro!) ao pé do seu ouvido. Se a dor estiver superando o prazer, o que você pode fazer é usar um vibrador estrategicamente posicionado em seu clitóris.

2. Bumbum pra cima

Deite-se com a barriga para baixo e posicione um travesseiro na região inferior do seu abdome. Antes da penetração, o gato pode — e deve — fazer carinhos por toda a extensão das suas costas e pernas, além de iniciar a ação com alguns dedos, para que você possa ficar mais relaxada.

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Uma vez puta, sempre puta

Tenho um namoro um cara bem sem vergonha e pervertido, completamente liberal e adora coisas diferentes. Eu sem qualquer experiência, mas deixando claro que amo fazer sexo fui entrando no jogo dele e adorando cada vez mais, uma dia ele me falou de zona e garotas de programa, não sei porque aquilo me subiu um fogo danado e me deu muita vontade de conhecer, até então só conhecer, mas tudo mudou quando fui perguntar para ele e o mesmo me deu todo apoio para conhecer inclusive de se passar por uma puta e fazer um programa. Começamos a falar sobre e nunca fiquei tão exitada, meu corpo queimava. Ele ficou de achar um lugar a gente ir e eu fiquei imaginando como seria. A principio a minha idéia era nada mais que dar bem gostoso. Até que chegou o grande dia, ele fez contato com uma boate onde arrumou um cara para encontrar. Fomos até a boate eu suava frio sem saber como me comportar mas estava decidida. Chegamos e me apresentei onde chegou uma mulher linda e maravilhosa mandando a gente ir e ficar a vontade no salão. Sentamos e logo pedi uma cerveja, aquelas mulheres linda desfilando ainda poucos homens, mas na maioria bonitos. Meu namorado rindo de toda situação, estava mesmo sem lugar imaginando o que me esperava até que a moça chegou e falou que o meu cliente tinha acabado de chegar e me esperava no quarto onde me levou, nem tive tempo de me despedi de meu namorado.

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Meu sobrinho me comeu menstruada

Meu nome é Vânia, sou bem branquinha, cabelos curtos escuros, olhos verdes, 38 anos, 1,65m, 60Kg, tipo gostosa, peitos salientes com bicos rosados, bundinha empinada e uma xaninha peludinha.

O que vou relatar aconteceu no começo deste ano; quando fui visitar minha irmã que mora em Ribeirão Preto SP.

Quando cheguei na casa de minha irmã me deparei com meu sobrinho Celso, o qual não via ha pelo menos 4 anos e fiquei surpresa com o belo rapaz, moreno claro, olhos cor de mel, porte atlético e um sorriso lindo. Sou solteira mas mantenho meus paqueras para manter o sexo em dia e fazia 2 semanas que eu estave só na vontade… jantamos juntos minha irmã, meu cunhado e Celso… de quem eu não tirava os olhos (ele percebeu e meio que se exibiu, falando mais alto e sendo atencioso com a titia). Quando deitei o sono não vinha e fiquei a rolar na cama pensando no gato que era meu sobrinho… resolvi tocar uma siririca e vi que estava menstruada (logo pensei que azar!!). Lá pela 2h da manhã ouvi um barulho na cozinha e fui ver o que era, encontrando Celso iluminado pela luz da geladeira aberta, somente de cueca, deixando amostra um volume maravilhoso entre as pernas. Falei que estave com sede e fui pegar agua na geladeira, momento este que ele me agarrou dizendo: – Sei bem a sua sede tia… você ficou me secando a noite toda… Neste momento, no qual eu estave com uma camisolinha fina de malha somente de calcinha por baixo, os bicos de meus seios ficaram duros marcando o tecido e a calcinha toda molhada de tesão. Celso me levou para seu quarto e quando ia partir para lamber minha xota, avisei que estave menstruada… ele baixou a cueca liberando uma rola dura como pedra de uns 18cm mas grossa como nunca tinha visto e disse: Não posso ficar neste estado… vai ser menstruada mesmo e meteu a rola na minha xana, dando inicio a um intenso vai-e-vem… gozei duas vezes, quando Celso tirou a pica ensanguentada e pois na minha boca… o nojo deu espaço ao tesão e chupei seu caralho até ele despejar toda sua porra em minha boca… era tanta porra que escorreu pelos meus seios e barriga. Sem perda de tempo meu sobrinho me virou de bruços e refeito do gozo com o mastro duro novamente, meteu sem dó no meu cuzinho (parece que ele adivinhou que eu amo dar o rabinho)… meteu forte até o saco bater em minha bunda e gozou enchendo meu cu de porra.

Adormecemos e por sorte acordei antes de minha irmã e cunhado, tomando um banho e voltando ao meu quarto. Na semana que foi hospede, meu sobrinho me comeu todos os dias… foi uma experiência fantastica.

Comendo a madrasta

Sempre imaginei comendo a madrasta, após a separação com a minha mãe, meu pai nunca teve uma outra mulher por muito tempo, namorava com algumas por um tempo mas nada muito sério. Hoje em dia, ele está junto com a protagonista desse conto, seu nome é Sonia, uma coroa que chama bastante a atenção não pela sua beleza, mas pela presença de mulher séria, alta e com belos olhos verdes.

Durante muito tempo, trabalhei com ele em sua loja e vez ou outra dormia em sua casa e foi uma dessas vezes que tudo começou. Ela tem um filho que hoje tem 25 anos, mas não devia ter nem 19 na época e costumava jogar bola com meu pai nas manhãs de Domingo em um clube na zona Sul de SP. Uma noite antes, tinha ficado até tarde num barzinho com meus outros irmãos e cheguei de madrugada, fazia um calor inacreditável e dormi só de cuecas no quarto do filho dela.

Acordei de manhã e percebi que ele já tinha saído com meu pai e achava que estava sozinho em casa, por isso desci a vontade e dei de cara com ela sentada no sofá da sala, com um baby doll muito curto, mostrando as pernas compridas dela e um decote largo que podia ver bem os seios e os bicos duros através deles, marcando bem.

Fiquei um tempo parado sem ação e a madrasta meio que ficou incomodada, mas não me impediu de circular assim pela casa. Me sentei na mesa para tomar meu café e depois de alguns minutos ela veio se juntar a mim e ficamos conversando. De perto, a marca dos bicos dos seios naquele baby doll estavam me deixando louco e ela percebeu que não conseguia tirar os olhos deles, passou então a provocar, estufando o peito, se espreguiçando, me atiçando…Nesse momento já estava de pau duro e se me levantasse, certamente ela perceberia.

Depois de um tempo comendo a madrasta, ela se levantou e foi até a pia para lavar a louça do café e então percebi a intenção dela, ao passar por trás de mim, passou as unhas nas minhas costas e beijou minha nuca como num belo pornô!

Me levantei e a encoxei ali mesmo na pia, me esfregando em sua bunda o short largo e ela sem calcinha, permitia que meu pau encaixasse em sua bunda e conforme ela rebolava, abraçava ele todo, querendo devorá-lo. A coloquei sentada na cadeira e segurando firme seus cabelos pela nuca, tirei o pau completamente duro para fora da samba canção, passando em seu rosto, batendo e fazendo charminho, acabou abocanhando e o chupando, engolindo, babando e deixando bem molhadinho. Engolia, subia devagar até a cabeça e depois voltava a engolir devagar, levantava e chupava as bolas, colocando na boca quente e macia dela. Subiu beijando meu corpo até a minha boca e se virou pra mim, apoiando as mãos na mesa e empinando a bunda, olhando para trás com um sorriso bem safado, os olhos verdes e grandes me olhando e me chamando. Tirei devagar aquele short e comecei a chupar sua buceta, abocanhando e devorando, cuspindo e depois passando a língua por toda a racha até penetrá-la com ela, apertando suas coxas, puxando contra mim para ir cada vez mais fundo.Sempre imaginei eu comendo a madrasta.

Ela gemia e rebolava, jogando o corpo para trás e batendo com a buceta no meu rosto. Levantei uma de suas pernas e apoiei sobre a mesa e segurando os quadris, enfiei meu pau duro de uma vez na bucetinha molhada dela, fazendo soltar um grito de prazer e apoiar o corpo toda na mesa, ficando completamente entregue…Fodia com força alternando a velocidade quando sentia que ia gozar e com isso, sentia os orgasmos dela quando se contraia, apertando a pica dentro, melando minhas bolas e suas coxas com seu melzinho. Estoquei até que dei uma gozada maravilhosa em suas costas, tremendo de tesão e suado. Nos beijamos ali mesmo na cozinha e ela foi me carregando para o quarto, onde começamos uma nova foda, com ela cavalgando em mim, arranhando meu peito e batendo na minha cara, dizendo coisas como “fode a mamãe, seu safado! Fode a mulher do seu pai!”. Aquilo me deixava ainda com mais tesão e logo dei outra gozada forte, dessa vez dentro de sua buceta, tão forte e gostosa quanto a primeira

Meu pai chegou com o filho dela no meio da tarde, já tínhamos tomado nosso banho e nos trocados depois de passar a manhã toda fodendo na cama que eles dormiam. Passei a frequentar a casa do meu pai com mais frequência e até hoje, sou muito bem recebido pela minha “mamãe”!

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No elevador

Era um belo dia de verão. Daqueles que só a cidade maravilhosa sabe produzir. Com o corpo fervendo sob o comportado tailleur de marca, ardia no peito de Daniela uma vontade irresistível de andar nua. Mas, embora sonhasse com uma praia, ela estava indo para o trabalho. E, pra variar, atrasada. Por isso, ao entrar no elevador, mirou-se no espelho a fim de dar os últimos retoques na aparência. Como acontece com todas as mulheres quando se olham no tal vidrinho refletor, Daniela esqueceu do mundo à sua volta. Aliás, esqueceu até do motivo que a tinha levado ao elevador: ir à garagem pegar o carro. Por isso, Dani não apertou sequer um botão, mas mesmo assim, o elevador pôs-se a descer. Parou no quarto andar.

Gabriel, o vizinho boa vida que insiste em mostrar os músculos peitorais e abdominais muito bem esculpidos no seu traje informal, short e chinelo, entrou e deu um sorriso acompanhado de um “bom-dia”. Ela, com tal visão do paraíso, lembrou-se do inferno de dia que a esperava: muito trabalho, broncas do chefe, aquela reunião maçante com o cliente mala… Melhor nem lembrar! Daniela então esticou o braço para apertar o 3G, mas levou um baita susto ao ser interrompida por aqueles músculos morenos. Gabriel apertava o botão de emergência, aquele que a gente sempre sonhou apertar um dia para ver como é. Continue lendo “No elevador”

Primeiro dia de emprego acabei tomando pirocada

Sou a Cris tenho 25 anos , olhos azuis , sou branca seios médios , boca carnuda , bumbum arrebitado ,cabelos longos loiros , Sou uma loira muito gosta , minha buceta e rosinha juntamente com o bico de meus seios .

Ia começa no meu primeiro emprego como secretaria de um advogado ,achei isso muito legal pelo fato do salário ser super legal , então me arrumei com uma roupa bem justa em meu corpo uma saia não muito curta mais que deixavam minha coxas grossas a mostra , juntamente com um uma blusa branca deixando a mostra meu sutiã vermelho , um belo decote , salto alto vermelho , ao chegar no primeiro dia de trabalho nossa todos me olhavam as mulheres faziam cara de nojo , mais os homens só faltavam deita no chão pra eu passar por cima , nunca gostei de calcinha então nem coloquei ,quando cheguei no escritório meu patrão logo me chamo na sala dele , quando entrei ele , deixo cair seu café encima das pernas dele , eu logo foi ajudar peguei um paninho e foi limpando , rapidamente percebi que são olhos estavam direcionado aos meus seios , sorrir maliciosamente e disse ;

-O senhor se queimo ? precisa de alguma coisas ?
Ele sorrio pra mim e disse que estava tudo bem , e que não precisava , sai caminhando em direção a minha mesa que ficava ao lado da sala dele .O dia foi passando e foi dando 16:00 horas eu ia sair as 17:00 foi quando ele ligou pro tel de minha mesa e disse :

– Cris pode fica comigo ate mais tarde ? tenho uns papeladas pra arruma e preciso de sua ajuda .
Eu disse ;
-Tudo bem Senhor posso sim .
Ele :

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Meu primo tesudo

Olá, meu nome é Julha, tenho 20 anos, e tô aqui para contar sobre meu primo, aah que primo. Sou morena , olhos verdes, corpo violão, sou muito cobiçada, mas quem eu quero, nem se quer olha pra mim, vou contar sobre ele, meu primo, moreno , alto, lindo, cabelos pretos lisos, parece até uma galã e se chamava Heitor. Esses dias estava na casa da minha tia e estava só nós dois, ele tomando banho, de repente ele saiu de toalha, sentia meus pelos se arrepiarem só com o seu olhar, mas ele nem me dava bola então certo dia, comecei a ‘’seduzi-lo’’ pra valer, então ele começou a despertar interesse em mim. Andava na frente dele sempre com saias curtinhas, as vezes fazia algo cair no chão, pra eu poder ficar naquela posição, e ele olha meu corpo que estava a explodir de tesão só de pensar aquele gostoso me agarrando por trás, ui.

Em um dia qualquer os pais do Heitor foram viajar, e pediram pra eu ficar com ele, então nem pensei duas vezes e disse sim, somos parentes de terceiro grau, então uma ‘’fodinha’’ louca pelo menos para sentir aquele pau dentro de mim não seria mal né?

Ficamos eu e Heitor sozinhos em casa e foi a partir deste dia que aquele jogo de sedução começou. Devido ao calor, fui tomar um banho para refrescar. Fiz questão de deixar um pouquinho da porta aberta para que ele pudesse me espiar. Ver aquele homem atiçado era uma das coisas que eu mais desejava. Então quando estava tomando banho, passava a mão pelo meu corpo imaginando aquelas mãos do Heitor, passeando pelas minhas curvas, tocando em cada parte, aquilo me deixava muito excitada. Era uma delícia, aquilo mexia comigo. Sentia minha buceta molhada, mesmo estando encharcada do banho. Ela pulsava clamando por carícias.Não estava agüentando de tanto tesão, queria muito sentir aquele homem me dando prazer aaah. Foi quando me sentei ao chão com as pernas abertas e me direcionei para a porta do banheiro. Chamei por Heitor com uma voz sexy e com um carinha de safada. Não demorou muito para que ele percebesse que eu já sabia da sua presença ali. Então afastou a porta abrindo ela e entrou no banheiro. Heitor estava sem camisa e usava uma bermuda jeans. Quando ele me olhou percebeu o que eu mais queria no momento, então ele sorriu para mim. Ah aquele sorriso excitante, me deixava louca , Ao me deparar com seu volume enorme em sua bermuda me deixava mais excitada foi naquele momento que ele me olho com olhos quase me comendo e disse ;

– Nossa prima , tu é uma puta ! ta doida pra mim comer essa buceta NE ?

Eu sem dizer nada , olhei pra ele , abri mais minhas pernas deixando a mostra meu grelo que já estava mais que saliente mordi meus lábios lentamente é falei :

– Preciso responder ? Continue lendo “Meu primo tesudo”

Meu tio fode gostoso

Meu nome é Fernanda  tenho 19 anos, sou morena clara, tenho 50 kg distribuidos perfeitamente em 1,60 de puro tesão, sou muito simpática e gosto de conversar com todos sem exceção. Numa certa manhã acordei e logo avistei meu cachorro tristinho vendo ele naquele estado levantei rapidamente e tentei dar comida á ele mas ele não comia, sismada com o que poderia estar ocorrendo com meu animal de estimação liguei em uma clínica veterinária e agendei uma consulta, a consulta foi marcada para ás 6 horas da tarde e nisso já se passava das meio dia então fui fazer meus afazeres e terminei as 5 horas e prontamente fui tomar um banho e me arrumar, terminando isso peguei o Fred e seguimos em direção a clínica, chegamos as 6 horas em pontinho, com isso só tinha meu cachorro pra ser atendido porque a clínica fechava as 6:30. Sentei com Fred até o veterinário vir chamar, peguei uma revista e fiquei folheando, não demorou 10 minutos e avistei um homem forte, de cabelos negros e pele clara e muito sorridente por sinal, então ouvi ele dizer “Fred?” ai levantei da cadeira e segui em sua direção, parei na sua frente e disse – Olá doutor, sou a dona de Fred. e ele com aquele jeito meigo e safado de ser me mandou entrar, em seguida fechando a porta e ficando só nós em seu consultório, ele pegou o Fred do meu colo e começou a examina-lo e logo me chamou pra ajudar a segurar o animal, como eu não sabia como segura-lo pedi que me orientasse e assim foi feito, ele veio por trás de mim e segurou minhas mãos colocando nos pontos certos que deveria segurar, nisso fui um pouco pra trás e precionei a bunda em seu pênis encaixando-o perfeimente no meio da minha bunda e logo senti que o membro do meu doutorzinho estava ficando duro então rebolei com força pra ele sentir que eu estava interessada, com isso o doutor saiu de trás de mim e foi para fora e demorou um pouco pra voltar então deixei Fred na maca e fui até a porta que estava semi-aberta e ouvi o doutor falando para sua secretária – Luana, pode ir embora vou demorar com esse paciente pelo fato dele estar muito mal, deixe a chave encima da mesa que eu fecho tudo e amanhã abro a clínica cedo. Continue lendo “Meu tio fode gostoso”