Fui um putinho submisso no Motel

Olá, vou contar sobre o que aconteceu comigo, certo dia, num motel. Eu me chamo Pedro, sou gay passivo, tenho 19 anos. Relacionei-me com o Max, que também é gay, sendo que ativo, ele tem 20 anos. Conhecemos-nos através da internet, num site de relacionamento e certo dia resolvemos nos encontrar, nos desejávamos através de fotos sensuais e também de fotos explicitas, mensagens de áudio com palavras sujas, nos identificamos bastante, eu me sentia bastante ansioso para vê-lo, tinha me arrumado, me depilado, totalmente limpo para encontrá-lo. Marcamos de se encontrar na frente de um motel bastante luxuoso na cidade de São Paulo. Quando o dia tão esperado chegou, eu me encontro na frente desse motel esperando-o, e quando avisto um homem bastante forte e muito malhado, com algumas tatuagens no antebraço, me sinto totalmente atraído por ele, torcendo para que fosse o Max. E quando de repente, meu celular toca e é ele me ligando, nos falamos e realmente, aquele cara que desejei na frente do motel, era ele, o Max. Fiquei com um sorriso de canto a canto na boca, tentei puxar assunto com ele, e ele me parecia bem legal e atencioso. Entramos no motel e ele pegou as chaves, subimos para o quarto, de elevador, e no elevador ele é totalmente calado, e eu acabei ficando calado também, com medo de envergonhá-lo. Quando o elevador chegou ao andar do nosso quarto, quando a porta do elevador abre, ele me permite sair na frente dele, quando sinto uma mão grande, forte e calosa apertando meu rabo, por cima da calça jeans, eu já um pouco espantado sem esperar por aquilo, falo: – Ohhh! Que isso?! – Aí ele me responde: – É só minha mão Pedrinho, gostaria que fosse minha jeba enorme aí? – E depois que fala isso começa a sorrir – um sorriso totalmente encantador e branco – Eu fico vermelho de vergonha, mas teria que acompanhar o ritmo, porque há pouco tempo estaria sendo comido pela pica dele. Então, ele abre a porta do quarto, muito gentil comigo, me permite passar na frente dele mais uma vez, então dessa vez me dá um tapa na minha bunda, me fazendo ir pra frente, eu ainda continuo vermelho, e com um tesão para ser fodido naquele momento.

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Sexo gostoso à três. (A Esposa, O Marido, A Amiga)

Cortez e Marie são casados há quatro anos. Cortez está com 24 anos e Marie com 21, é um casal bastante safado e literalmente liberal. Ambos são bissexuais, não sentem ciúme um do outro e, estão sempre à procura de novas experiências, e desta vez, à procura de uma experiência totalmente gostosa, à procura de uma mulher bissexual, quase sem limites nenhum, entre quatro paredes. E por acaso, Marie, tem uma amiga que é bissexual e que topa qualquer idéia, desde que envolva sexo. A partir daí, a Marie convida a amiga para um ménage, envolvendo seu próprio marido, e então a amiga aceita. A amiga da Marie se chama Rafaela, tem 19 anos e também é bissexual.

Num tarde de sexta-feira qualquer Rafaela resolve fazer uma visita surpresa, no apartamento do casal, que por sinal, moram juntos. Os dois se encontravam lá, então quando a Marie seguia para abrir a porta, estava vestida com apenas uma blusinha branca curta e apertada que deixava seus seios durinhos e médios totalmente marcados pela blusinha, um short jeans apertadinho e curto também, que guardava a bucetinha da Marie, pois ela estava sem calcinha. Quando a Marie abria a porta, ficava totalmente feliz com a visitinha surpresa, boquiaberta, observava como a Rafaela estava vestida – com uma blusa média, que deixava seus seios totalmente avantajados, com uma calça jeans bastante apertada marcando cada traço do seu rabo, uma sandália bem simples, e os cabelos soltos – depois da Marie apreciar com os olhos rapidamente como a amiga estava vestida, ela convida a mesma para entrar e ficar à vontade. Assim que a Rafa entrava – apelidinho de como ela era chamada pela Marie – sentava no sofá, com um pouco de vergonha, e com um sorriso de canto a canto em sua boca, a Marie lhe convidava para tomar uma água na cozinha, e aproveitava para perguntar como a amiga estava, desde então ela – Rafa – aceitava ir à cozinha e aproveitava para tomar água e perguntar pelo Cortez também. Então, a Marie respondia-lhe que o Cortez estava no banho, e aproveitando que tinha se lembrado dele, a Marie entrou num assunto desejável para a Rafa, um assunto bastante convidativo para aquele momento. Marie iniciou o assunto, de que, o próprio marido queria ter uma experiência de um sexo à três, com uma mulher que também fosse bissexual, como o casal, e então Rafa escutava a cada detalhe, e ficava surpresa com o assunto, em seguida a Marie convidava-a para essa experiência, sem pensar muito, ofegante a Rafa aceitava. Depois do papo na cozinha, as duas seguiam para a sala. Rafa ficava sentada no sofá, a pedidos da Marie, que disse a ela que ia falar com o Cortez, enquanto a Marie ia ao quarto suíte, onde o Cortez estava no término do banho, ela diz que quer falar rapidamente com ele, e então ele encerra logo o banho, coloca uma cueca Box branca, uma bermuda velhinha, e uma camisa bem apertada, mostrando seu peitoral um pouco definido e, senta-se na cama, do lado da Marie, onde a mesma se encontra sentada. Marie dá início ao assunto, de que teria uma suposta visita em casa, que ao menos seria perfeita para o desejo dele, uma amiga dela, que estava ali e soube de tudo há poucos minutos. Ele abre um largo sorriso no rosto e topa tudo, diz o quão perfeito seria para aquele tal momento. Então, ele pede para a esposa apresentar a amiga dela a ele. Marie pede para ele acompanhá-la até a sala – onde a Rafa estava esperando – então os dois seguem à sala, para ser apresentado a Rafa.

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Sexo casual muito gostoso

Natasha Love, 22 anos, heterossexual, morena de pele clara, cabelo liso longo e clareado em tom loiro, 1,62 de altura, coxas grossas, bumbum grande arrebitado, abdômen definido, seios médios siliconados, boca carnuda e olhos cor de mel.

Chad Nyack, 25 anos, heterossexual, bem sucedido financeiramente, africano nato, cabelo bem aparado, 1,80 de altura, porte físico malhado, pênis 23 centímetros, olhos negros.

Natasha é uma mulher bem instruída, e conhece o Chad através de uma noite em uma boate. Os dois trocaram contato e assim manteriam um contato através do celular. Quando certo dia marcam para se encontrarem na casa luxuosa dele. Assim, Natasha segue as instruções do endereço da casa do Chad, e chega lá, sem erro algum. Quando o Chad abre os portões, vê aquela bela putinha se aproximando, então, a chama para entrar, em seguida, basicamente se cumprimentam. Subindo para a cobertura, vão para a área da enorme piscina. Natasha sentava numa cadeira muito confortável, enquanto Chad preparava dois bons drinks para os dois. Quando logo, Chad aparecia com dois drinks que era de dar água na boca, naquele momento. Natasha aceitava e sorria, e então, Chad sentava numa cadeira que se encontrava ao lado da mesma que Natasha permanecia sentada. Chad olhava inocentemente para as coxas expostas que a Natasha tinha, e ela logo percebia e provocava alisando-as mesmas. Ele tirava o olhar das coxas e falava: Bom, o que você gostaria de fazer hoje? Vamos nos divertir bastante não? Da um mergulho nessa piscina, o que acha? – Natasha sorria maliciosamente e respondia num tom seco e quase sussurrante: Percebo que iremos ter muito que fazer hoje acompanhado de muita diversão, Chad. Ainda bem que já vim com os trajes de banho de piscina, meu biquíni. Posso tirar meu vestido aqui mesmo, já estou pronta para dar um mergulho aí com você! – Ela colocava o copo do drink em uma mesa que avistava a sua frente e ficava de pé e falava: Que tal você me ajudar a tirar meu vestido? – Chad respondia num tom muito safado: Ah, claro, que pode tirar seu biquíni aqui, sem problemas, te ajudo! – Então Chad se levantava e ficava atrás dela, abrindo o zíper do vestido, e ela abria um sorriso malicioso de lado, e ele um pouco nervoso, após abrir o zíper ele abaixava o vestido da mesma e via aquela bunda gulosa de fora, coçava a cabeça e voltava a se sentar, admirando o corpo dela. Ela terminava de tirar o vestido e colocar em cima da cadeira, e olhava provocadamente com um olhar fixo e profundo para ele, ele retribua e piscava. Ela se sentava na borda da piscina. Chad se levantava da cadeira e tirava a camisa dele, e a bermuda, pois já se encontrava de sunga, e corria para se sentar ao lado dela. Os dois trocavam um olhar inconfundível. Natasha levava a mão direita até o rosto do Chad, acariciando o mesmo, e Chad levava a mão direita na nuca dela e puxando o rosto para se aproximarem e davam inicio a um beijo gostoso de língua.

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Festinha no sofá com a shemale

Thaís Green – Shemale, 22 anos.

Marina Bittencourt – Mulher, 20 anos.

*Olá, vou contar um fato que aconteceu comigo. Prazer meu nome é Marina Bittencourt, mas conhecida como Mah. Certo dia eu fui a uma festa próxima a casa em que eu morava com minha família, fui sozinha a festa, pois ainda não tinha amigos no local em que estava morando. Era uma festa cheia de jovens adolescentes e pessoas com a mesma idade que a minha. Eu bebi alguns drinks e fiquei em um canto dançando solitariamente, enquanto percebia alguém me observar de longe, aparentava ser uma mulher muito bonita. Branca, cabelos pretos e longos, de altura média e um corpo bem malhado.

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Fodendo a secretária

Maria Calloni, 20 anos, é uma mulher muito atraente, consegue enfeitiçar visualmente as pessoas que a rodeiam. Mulher de um corpo magnifico, de pele morena e físico robusto. Maria ocupa o cargo de secretária numa microempresa de sorvetes. O chefe de Maria, agora entra na nossa imaginação. O chefe que se chama Ian Miles com 30 anos de idade é um homem bastante atencioso que costuma chamar total atenção das pessoas por seu corpo malhado e definido, o charme que dispõe é estar vestido socialmente no ambiente profissional. Maria, uma mulher observadora sob as ações do seu chefe, fazia o seu trabalho e nunca teve algo a mais com o chefe. Ian sempre foi um bom profissional, porém ocultava o seu desejo por secretárias.

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Ela me deixo louca e acabamos gozando

Sou Nessa, mulata ,20 anos , cabelo enrolados ate o ombro , boca carnuda , seios médios e durinhos , bumbum grande e arrebitado , barriguinha sexy , sou bem atraente .

Bom sou passista em uma escola de samba , o que aconteceu comigo rolou no primeiro dia de carnaval desse ano, sou bem safada mais com homens não esperava que isso ia acontecer logo com uma menina que me odiava ou sei la o que , nome dela e Michelle 22 anos , loira , corpão sexy , seios grandes , bunda maior ainda , aquela loira de parar o transito , agente não se dava muito bem , ate que um dia ela me parou e pediu que eu fosse a casa dela ,antes de nos irmos a escola de samba ensaiar para desfile chegou de tarde foi a casa dela , mal sabia eu o que estava me esperando , entrei no prédio dela , ao chegar em seu AP bate em sua porta , e logo encontrei a mesma aberta , foi entrando em sua casa procurando chamei varias vezes Michelle , Michelle , ao escutar sussurros , e gemidos , ao final do corredor , abre sua porta sem saber o que me esperava , ela estava deitada em sua cama , com enorme consolo que deslizava em sua bucetinha totalmente molhada , olhei fiquei assustada com aquela mulher deitada em sua cama , toda aberta , ela me olho sabendo que logo me deixava excitada , logo me chamou com seu dedo , ao seu levantar da cama pude ver que sua raxa estava molhada de mais , ela veio caminhando em minha direção , com seu corpo lindo e com aquela marca bem forte de biquíni , disse a ela ;
– O que esta acontecendo ?
Ela sorrio , e aproximou seus lábios do meu , logo respondeu quase encostando um ao outro .
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Entrega a Marilda

Marilda era mulher de postura firme. Formada em administração na melhor faculdade federal, veio tornar-se executiva de sucesso. A carreira custou-lhe muito esforço, abdicou de um noivado e alguns relacionamentos, quiçá, rendessem-lhe um esposo, ou uma família, quem sabe? Era seu aniversário. Trinta e seis anos, logo, sua maior crise depressiva.Ninguém havia lhe cumprimentado, as ocorrências no serviço eram as mesmas corriqueiras do cotidiano de uma diretora executiva. Entrou e saiu do trabalho do mesmo modo habitual de todos os dias. Nem um aceno, sorriso ou beijo na face. Repetiram-se os insípidos “Bom dia Dra. Marilda”. Porteiros, seguranças, recepcionistas, secretárias, amigos da executiva, antigos namorados, irmãos, tias do interior, nem mesmo sua mãe lembrara. Traidores!

Ninguém! Era pouco, ou seja, muita solidão para um ser humano dedicado, mesmo sendo a carreira o fruto único da dedicação.
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Rapidinha, por Fran

Tinha dois dias que eu tinha terminando com o Léo. As coisas ainda estavam recentes, mas decidi que não iria chorar e que minhas amigas estavam certas. A hora era de badalar. Peguei um vestido que o Léo havia apelidado de “vestido da discórdia”, por que ele ressaltava todas as curvas e detalhes do meu corpo. Nunca tive o corpo marombado, mas seios, coxas e bumbum faziam a orquestra perfeita no meu corpo de brasileira e quando eu usava aquele vestido, sempre chamava a atenção. Decidi que seria com ele que badalaria aquele dia.
Marquei com as meninas no barzinho por volta das 22:00. Senti-me meio deslocada, afinal, depois de um namoro de 6 anos, já não sabia nem como era sair sozinha. Mas estava disposta a curtir. Quando cheguei, avistei todas numa mesa mais isolada, no canto esquerdo do bar, do lado oposto do som, já sobressaltas. Pela quantidade de bebidas, logo percebi o porquê. Mal perceberam minha presença, começaram a gritar por meu nome, o que chamou a atenção das pessoas que estavam nas mesas ao lado. Abracei uma por uma das cinco que me esperavam e uma delas já me entregou o copo de vodka para “início” dos trabalhos, como bem definiu.
Entre um copo e outro de vodka, decidimos ir para a pista, dançar. Estávamos curtindo muito quando, repentinamente, senti um solavanco no meu braço esquerdo. Doeu. Virei pronta para brigar, quando me deparei com aquele moreno lindo, cabelos lisos penteados para trás com gel, olhos claros, boca carnuda e um corpo escultural, vestido numa calça jeans, uma camisa que só tinha a parte da frente colocada por dentro da calça, com mangas dobradas até o cotovelo, uma sapatênis cor gelo com detalhes em azul e vermelho, num estilo despojado chique mais lindo que eu já tinha visto. Fiquei sem fala. Ele me perguntou se machucou e imediatamente balancei a cabeça afirmando que sim. Ele me puxou para um canto e quis saber onde exatamente tinha machucado, quando finalmente despertei daquele transe. Expliquei que não tinha sido nada, apenas um choque à toa, mas ele insistiu em ver meu braço. Mostrei o local meio avermelhado e ele me pediu mil desculpas e solicitou ao garçom um copo com um pouco de gelo, para passar no local. Achei tudo um exagero. Havia sido um choque comum, nada exagerado. Ele perguntou a um pessoal do lado se poderia puxar uma das cadeiras e me fez sentar ali mesmo, enquanto esperava o garçom com o gelo. Cuidadosamente, colocou o gelo sobre o local avermelhado e, só então, se apresentou. Seu nome soou como música: Fábio. Apresentei-me também e começamos a conversar sobre assuntos variados, enquanto ele acariciava delicadamente o meu braço no gelo e aquelas carícias produziam uma sensação que eu não estava acostumada a sentir há tempos.
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A moça da quitanda

E era na verdade uma sensação estranha que enfrentava, uma mistura de medo com prazer, mas não havia pudor em questão, o medo era mais em saber que o caminho era sem a possibilidade de volta. Adiante estaria aquele trabalho registrado indelevelmente em sua vida, estaria fechada a porta de poder apagar seu passado algum dia caso assim quisesse. No camarim de estrela com seu nome pensou na moça do interior que despertava a tara dos abastados que passavam de caminhonete na frente da quitanda do pai. Entre as cores e cheiros das frutas adorava desfilar com o vestido rodado feito pela tia, e ela moça sorria de vergonha sempre afeita de um absurdo frescor casto.
Agora era diva, poderosa, requisitada em shows nas casas noturnas, mas e as saudade dos pais? E o futuro sem a família católica que não a aceitava e não a entendia? E, não era um medo recheado de pudor, era mais do que isso.

Adorava sim as jóias caras e os presentes que ganhava, mas era quão prazeroso o bolo de fubá da mãe e o café quentinho da fazenda.
Sentia-se satisfeita mesmo quando a vó falava com orgulho da neta, que esta se formaria doutora em bichos. E tenho dito, terminava a velha.
Começou nessa vida quando ainda tinha que pagar os estudos na faculdade, uma amiga que “ganhava bem” lhe deu a dica. E ela foi, seu primeiro programa foi com um mancebo virgem, até gostou e quase gozou, pensou que não seria tão difícil, muito embora trabalhos seguintes lhe deram o choque de realidade, sendo assim, teve que tratar com todo o tipo de gente, eventualmente, alguns casais e até com os clientes tarados de gostos escatológicos, mas que sempre pagavam bem.
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